Susannah Calahan tem 24 anos, é jornalista no The New York Post, mora sozinha em um pequeno apartamento em Nova York, está em um relacionamento novo mas estável e até o momento fazendo tudo o que realmente ama. Seus pais são separados e moram em Nova Jersey, que fica a poucos minutos de trem de onde Susannah mora. Tudo está realmente bem até que coisas estranhas começam a acontecer e a vida de uma jovem mulher começa a mudar drasticamente.

Tudo começou com uma infestação de percevejos na cidade inteira. Todo mundo estava com medo daquela infestação louca e Susannah não escapava deste grupo. Um dia acordou com o que parecia uma picada de percevejo e então começou a ter pensamentos estranhos, pensamentos paranóicos sobre certas cosas que não pareciam certos. Algumas coisas não pareciam reais e agora ela podia estar doente. Ela tinha retirado um melanoma, será que ele tinha voltado?

Ao passar dos dias foi a falta de memória. Parecia perdida e não sabia muitas vezes o que estava fazendo. A concentração não vinha mais e Susannah se apegava muitas horas em coisas pequenas. Algumas pessoas pareciam falar coisas estranhas para ela, ou então alguém a estava perseguindo? O que estava acontecendo de verdade? E então as convulsões começaram. De forma violenta e trágica, que a deixavam impossibilitada de mutas coisas.

Foi aos 24 anos que Susannah começava a desenvolver uma doença que desencadearia um ciclo destruidor em seu corpo. Chegar ao ponto de saber se sequer viveria de um dia para o outro ou se voltaria ao normal foi mais crucial do que se pensa. E descobriu que ninguém até então sabia o que ela tinha.


Autora: Susannah Cahalan
Título Original: Brain on Fire
ISBN: 9788581741550
Páginas: 304
Ano: 2015
Gênero:  Biografia
Editora: Belas Letras





 


Como uma leitora viciada em diversos gêneros, gosto bastante de ler biografias, principalmente se for sobre temas que me chama a atenção. E foi depois de ter lido algumas resenhas bastante positivas sobre Insana que coloquei ele na minha lista de livros para ler e assim que tive a oportunidade já o peguei para ler.

Existem biografias que o autor consegue transmitir a positividade através da doença e é mais um livro de autoajuda do que uma biografia em si, ou então apresenta mais a questão sobre a vida da pessoa do que a doença, quando estamos falando sobre um livro onde a biografia relata a questão de uma doença. Acredito que Susannah como uma experiente repórter soube exatamente como escrever este livro porque o fascínio já é grande desde o começo da leitura e eu me prendi a ele de uma forma que não conseguia parar de ler.

Vamos passar por toda aquela fase de conhecer a pessoa que Susannah é, desde os sonhos que teve, desde algumas coisas de sua infância, mas isso não acontece como se fosse em ordem cronológica e sim conforme ela precisa fazer uma lembrança ou outra na descrição do livro.

O interessante é como a autora vai fazendo a descoberta de sua doença que, na verdade, não há um diagnóstico imediato e desta forma o leitor vai ir conhecendo todas as inúmeras etapas pela qual a paciente vai ter que rodar para chegar até onde precisa. É uma trama alucinante. Eu tenho uma deliciosa dúvida em questão de como o cérebro trabalha e como ele é capaz de moldar todas as personalidades e atitudes de uma pessoa.

Conforme os acontecimentos deste livro vão se tornando mais e mais difíceis para a autora, você vai conhecendo diversos processos, doenças, conhecimentos neurológicos ou psiquiátricos e assim por diante. A narrativa é bastante eficaz e feita de uma forma que todo leitor vai compreender mesmo que a autora utilize termos técnicos. 

E ao final da leitura vai descobrir que nunca estamos livres de algum tipo de acontecimento que pode colocar nosso cérebro e corpo em risco. É uma leitura que considero ideal para todos para que conheçam um pouco mais do que o cérebro pode causar e das consequências de cada movimento. 

O livro também vai virar filme. Tem a atriz Cloe Grace Moretz no papel da Susannah. O filme estava previsto para ter estreia em setembro de 2016 mas foi adiado, mesmo tendo sido apresentado em festival internacional de Toronto. Logicamente espero pelo filme e quero ver como vai ser a atuação da atriz.



Indico a todos esta leitura realmente Insana e completamente fantástica.





E não é que a editora Arqueiro faz as fãs de romance de época e da autora Julia Quinn enlouquecerem mais e ainda por cima enlouquecerem de uma só vez?

Em fevereiro a editora está lançando o quarteto de livros dos personagens que encantaram muitas leitoras pelo mundo afora e que inclusive já conhecem os Bridgertons! A foto acima é como vem o box com os quatro volumes da série, sendo que também vem com estes diversos mimos que você vai adorar, mas você também tem a opção de comprar cada livro de forma única.


Honoria Smythe-Smith sabe que, para ser uma violinista ruim, ainda precisa melhorar muito…
 Mesmo assim, nunca deixaria de se apresentar no concerto anual das Smythe-Smiths. Ela adora ensaiar com as três primas para manter essa tradição que já dura quase duas décadas entre as jovens solteiras da família. Além disso, de nada adiantaria se lamentar, então Honoria coloca um sorriso no rosto e se exibe no recital mais desafinado da Inglaterra, na esperança de que algum belo cavalheiro na plateia esteja em busca de uma esposa, não de uma musicista.
Marcus Holroyd foi encarregado de uma missão…
Porém não se sente tão confortável com a tarefa. Ao deixar o país, seu melhor amigo, Daniel, o fez prometer que vigiaria sua irmã Honoria, impedindo que a moça se casasse com pretendentes inadequados. O problema é que ninguém lhe parece bom o bastante para ela. Aos olhos de Marcus, um marido para Honoria precisaria conhecê-la bem (de preferência, desde a infância, como ele), saber do que ela gosta (doces de todo tipo) e o que a aflige (como a tristeza pelo exílio de Daniel, que ele também sente). Será que o homem ideal para Honoria é justamente o que sempre esteve ao seu lado afastando todo e qualquer pretendente?

Anne Wynter pode não ser quem diz que é…
Mas está se saindo muito bem como governanta de três jovenzinhas bem-nascidas. Seu trabalho é bastante desafiador: em uma única semana ela precisa se esconder em um depósito de instrumentos musicais, interpretar uma rainha má em uma peça que pode ser uma tragédia ou, talvez, uma comédia – ninguém sabe ao certo – e cuidar dos ferimentos do irresistível conde de Winstead. Após anos se esquivando de avanços masculinos indesejados, ele é o primeiro homem que a deixa verdadeiramente tentada, e está cada vez mais difícil para ela lembrar que uma governanta não tem o direito de flertar com um nobre.
Daniel Smythe-Smith pode estar em perigo…
Mas isso não impede o jovem conde de se apaixonar. Quando ele vê uma misteriosa mulher no concerto anual na casa de sua família, promete fazer de tudo para conhecê-la melhor, mesmo que isso signifique passar os dias na companhia de uma menina de 10 anos que pensa que é um unicórnio.
O problema é que Daniel tem um inimigo que prometeu matá-lo. Mesmo assim, no momento em que vê Anne ser ameaçada, ele não mede esforços para salvá-la e garantir seu final feliz com ela.

Um brilhante matemático pode controlar tudo…
A não ser que um dia exagere na bebida a ponto de desafiar o amigo para um duelo. Desde que quebrou essa regra de ouro, Hugh Prentice vive com as consequências daquela noite: uma perna aleijada e os olhares de reprovação de toda a sociedade. Não que ele se importe com o que pensam dele. Ou pelo menos com o que a maioria pensa, porque a bela Sarah Pleinsworth está começando a incomodá-lo.
Lady Sarah nunca foi descrita como uma pessoa contida…
Na verdade, a palavra que mais usam em relação a ela é “dramática” – seguida de perto por “teimosa”. Mas Sarah faz tudo guiada pelo bom coração. Até mesmo deixar bem claro para Hugh Prentice que ele quase destruiu sua família naquele bendito duelo e que ela jamais poderá perdoá-lo.
Mas, ao serem forçados a passar uma semana na companhia um do outro, eles percebem que nem sempre convém confiar em primeiras impressões. E, quando um beijo leva a outro, e mais outro, e ainda outro, o matemático pode perder a conta e a donzela pode, pela primeira vez, ficar sem palavras.

Sir Richard Kenworth tem menos de um mês para encontrar uma esposa…
Por isso sabe que não pode ser muito exigente. Mas, quando vê Iris Smythe-Smith ao violoncelo no tradicionalmente desafinado recital de sua família, pensa que o destino trabalhou a seu favor. Ela é o tipo de garota que não atrai muitos olhares, porém algo o faz ter certeza de que é a escolha perfeita.
Iris Smythe-Smith já se acostumou a ser subestimada…
Com seu cabelo muito claro, a pele alva e o jeito discreto, ela quase sempre passa despercebida, ainda que seja a única do Quarteto Smythe-Smith que realmente sabe tocar um instrumento – não que alguém consiga escutá-la em meio à cacofonia dos concertos. Por isso, quando o charmoso Richard Kenworthy pede para ser apresentado a ela, Iris fica envaidecida, mas também desconfiada.
E quando o pedido de casamento dele se transforma numa situação comprometedora, Iris tem a sensação de que ele está escondendo algo… ainda que Richard pareça mesmo apaixonado e que o coração dela esteja implorando para que diga sim.


Você pode adquirir através da livraria Cultura clicando aqui.

Em breve estará em todas as livraria e sites do país.

E lógico que eu não vou perder esta leitura que será a minha primeira experiência com a saga de Julia Quinn em romances de época! E você?











Myron Bolitar é um homem de negócios esportivos que sempre jogou basquete na época da escola e no início do tempo da universidade, até que quando namorava Emily, uma garota com quem imaginava que ia se casar e que acabou o trocando pelo seu maior rival, Greg, teve seu destino traçado. Uma noite antes do casamento de Emily e Greg, os dois acabaram saindo juntos e Emily traiu o próprio noivo. Com essa raiva guardada Greg fez com que alguns jogadores armassem para Myron em um jogo e assim o machucassem o suficiente para que ele nunca mais pudesse jogar basquete e tivesse que largar seu sonho profissional.

Agora, após trezes anos, Emily procura Myron para dizer que precisa da sua ajuda, já que junto de sua profissão ele também trabalha com investigações. Só que Emily aparece trazendo a notícia de que o filho mais velho dela, Jeremy está com uma doença rara e terminal e que para ser curado precisa de uma doação de medula óssea e a única pessoa que apareceu compatível no cadastro nacional de doadores agora simplesmente sumiu. E que Myron também é o pai do garoto.

Mas há poucas pistas com o sumiço do doador. O nome dele remete à uma família rica e poderosa e a alguém que sumiu há muito tempo. Tentar encontrar uma resposta em meio a esta família é como buscar a morte, mas também há um jornalista que pode saber mais coisas do que se imagina, já que foi acusado de plágio a respeito de assassinatos recentes. 

Com a ajuda de seu amigo Win, um milionário que parece ser frio mas é totalmente louco em qualquer situação, de Esperanza, a secretária e de outros amigos, Myron vai lutar até o fim para desvendar o mistério acerca do doador até encontrar algo que nunca deveria ter buscado.



Autor: Harlan Coben
Título Original: Darkest Fear (Myron Bolitar #7)
ISBN: 9788580416145
Páginas: 272
Ano: 2016
Gênero:  Suspense Policial
Editora: Arqueiro







 


Para quem não conhece ainda, a saga de Myron Bolitar  já está no décimo livro, sendo que O Medo Mais profundo é considerado o sétimo. Este é um personagem que foi criado por Harlan Coben e que encena muitas narrativas policiais. A Arqueiro tem praticamente todos os livros lançados e não há preocupação alguma em ler os livros em sequência, já que cada livro tem uma história diferente com início, meio e fim.

Eu já outro livro com este personagem mas acredita que não me recordava dele? Acho que eu me apego mais na história do que no personagem em si, mas neste é impossível não se ater diretamente ao personagem de Myron Bolitar e as características que compõe a sua personalidade.

Primeiro preciso falar sobre este personagem. Myron é altamente dedicado em suas ações, seja ela no campo profissional ou no campo das investigações, sendo que ele não considera como profissão rentável esta última. Mas mesmo sendo um personagem forte, com traços musculosos e tudo o mais, o que mais marca é o jeito bem humorado e engraçado com que ele lida com as pessoas. Ele tem um humor negro e diálogos que me fizeram rir diversas vezes. Não é como se fosse uma pessoa boba e sim uma pessoa sarcástica que tira piada de tudo. Acho que isto é uma vantagem enorme para Myron.

Em contrapartida há também seu melhor amigo Win, um homem mais frio, mas que você pode contar para qualquer momento e para qualquer tipo de ação. Ele tem todos os tipos de contato e você pode se surpreender com ele nos mais tipos de atitudes para ajudar os amigos. É muito legal os amigos que Myron é cercado, pela questão de que cada um tem um perfil que sempre ajuda e pela lealdade de todos eles.

A história também foi muito bem montada. Se você vai querer ficar procurando uma brecha ou um culpado desde o início já aviso que pode estar perdendo tempo porque tudo muda a todo o momento e é isto que mais me fascina nos livros do Harlan Coben, já que ele tem uma dádiva para criar os casos e resolvê-los sem fazer o leitor ficar achando tudo muito chato.

É bastante envolvente. Tanto o tema em si quanto os acontecimentos que aos poucos vão sendo inseridos. Na verdade o tema do filho que luta contra uma doença foi mera casualidade, já que com isto Harlan conseguiu criar uma história enorme que no fim quase não impacta tanto diretamente em Jeremy e sim em outras questões que estavam escondidas e aos poucos vão sendo desvendadas. 

É impossível gostar de suspense policial e não curtir algum livro do autor. De uma forma ou de outra ele acaba conquistando e sendo um dos melhores no gênero.







Acredito que quem não tenha um blog deve pensar muita coisa sobre pessoas que conseguem criar e manter um. Ou então devem ter dúvidas em relação a como as coisas acontecem, sendo que alguns blogs existem somente pela força de vontade de quem o escreve e alguns são aqueles super famosos que conseguem se sobressair e evoluir a um patamar de conteúdo financeiro, ao qual, não há como negar, todo blogueiro gostaria de estar.

A verdade é a mais simples e pura. Hoje em dia todo mundo tenta ter um blog de alguma forma por diversas razões, sendo que nem todas elas são por um fator positivo. E isso já posso falar porque estou neste esquema de blog há mais de sete anos.

O que me levou a blogar?

Lá em 2009 eu amava participar de um site de jogos e também tinha interesse na área de artesanato. Era algo que eu tinha em mente: começar a fazer meu artesanato e vender pela internet. Para isto eu criei um blog que trabalhava com duas coisas. Uma era a divulgação de promoções e a outra era a venda de artigos de artesanato, mas também fazia outras matérias de beleza ou outra coisa que via pela frente. 

Em 2010 eu mudei o foco porque percebi que me interessava muito pelo mundo da maquiagem, da beleza em si e tudo o que vinha junto e foi aí que encontrei diversas amigas que também gostavam deste universo. Eu fazia porque amava. Aos poucos fui encontrando lojas parceiras que enviavam produtos para resenha ou sorteios no blog, o que , claro, motivava a continuar.

Mas em 2013 eu realmente vi que minha verdadeira paixão estava na escrita, na delícia de ler e de poder compartilhar com os leitores, de trazer novidades e tudo o mais.

Nada aconteceu por acaso. Nunca montei um blog com o intuito de ganhar coisas, até porque eu mesmo tinha as minhas e ia mostrando o que tinha. Mas aos poucos eu ia me inscrevendo em parcerias com editoras e ia ganhando espaço para mostrar o meu trabalho. 

Hoje se percebe que muitas pessoas querem iniciar blogs somente para ganhar coisas, sendo que sempre recebo e-mails com perguntas de como fazer para ganhar livros e coisas de graça e se é só começar um blog que se consegue fácil. 



Parece fácil quando você abre um blog e vê as matérias ali, mas tudo isto passa por um processo enorme. Ler o livro, fazer uma análise, fazer divulgação, ter prazo para tudo isto, fazer fotos, complementar em redes sociais, socializar com os leitores e tudo o mais. Sendo que nada disto é um ganho monetário. Não pelo menos aqui no Blogando Livros. Tudo é feito pelo coração e eu reparto com outras áreas da vida. É um tempo que eu tiro para fazer somente um blog, mas é algo que eu não consigo deixar de fazer mesmo que muitas vezes haja um bloqueio criativo ou que se pense em desistir.

Caso você pense em ter um blog saiba que é necessário ter bastante esforço. É necessário horas diárias para fazer matérias e outras coisas. Nem sempre você vai passar em seleções de editoras e nem sempre as pessoas vão gostar do que se escreve.

Se você vai fazer por um interesse já digo para não começar. Comece com algo que realmente ama e não com algo que deseja ter somente para conquistar coisas, porque o leitor percebe tudo sempre.

Mas se você vai entrar nesta eu digo que vale mesmo ter um blog que se faz com o coração. Cada vez que termino um livro e posto aqui. Ou que vejo um filme e compartilho é como parte do meu coração sendo posto para outros lerem. É por isto que vale a pena ter um blog. 

Pense sempre com o coração que o que você deseja de outras formas se bem feito, com certeza vingará!




Mais um ano passou e mais uma vez consegui cumprir a minha meta de leitura que infelizmente foi menor do que em 2015. Mas mesmo assim eu consegui passar bastante do que eu tinha estipulado e o bom é que sempre leio livros com bastante páginas, o que já conta bastante. Vou mostrar os dez livros que mais gostei de ler aqui, em dois posts!


Em 2015 fechei o ano com 90 livros lidos e uma média de páginas de 324. Desta vez foram 73 livros lidos e uma média de páginas maior, o que acaba ficando até um pouco maior o número de livros lidos se for feita uma análise assim.

Vamos começar então pelos livros que mais gostei de ler:


Impossível deixar de fora um livro de Ken Follett e este tem um total de 1.131 páginas, sendo que foi o maior livro que li no ano. Este livro é a continuação de Pilares da Terra, mas eu li ele sem ter lido Pilares e deu para compreender tudo normalmente. É passado na época da Idade Média e é maravilhoso. Ken Follett consegue colocar diversos personagens e um enredo que prende sem fazer perder o foco.



Quando tem algum livro que fala sobre segunda guerra mundial, certamente eu estarei lendo. E este da Kristin Hannah foi uma maravilha do início ao fim porque o foco foi duas irmãs de lados diferentes e com visões diferentes que tiveram que enfrentar a guerra e aguentar as consequências. O legal é que a autora pesquisa bastante sobre tudo e mostra bem como era não somente no campo de batalha, mas com os civis e tudo o que eles enfrentavam. 



Este livro foi uma grande surpresa. Sempre lia resenhas positivas e me interessei demais para ler ele. É uma mistura de suspense com terror que não tem como enjoar ou ficar monótono. Eu inclusive gostaria que houvesse uma continuação para saber mais ainda sobre o que aconteceu depois de tudo. É uma mansão com história de início, meio e fim e muita assombração. 



Este livro eu peguei de surpresa em um sebo. Pela capa você até não dá muita coisa da história mas quando você lê é algo como um outro mundo. Fala da história de uma das bruxas acusadas de Salem e a história de sua família e como tudo aconteceu. A autora se baseou em todos os interrogatórios do tribunal daquela época e fatos narrados também de outros historiadores. Quando terminei o livro tive oura visão da realidade e de como a sociedade pode utilizar meios tão ridículos para se livrar de coisas insignificantes.



Um dos livros da saga de Outlander jamais poderia ficar de fora. Este em especial fala quando o casal resolve ir para a América do Norte para tentar refazer a vida e tudo o que é contado sobre o cenário e as pessoas me encanta completamente. Esta é a primeira parte e a segunda parte também é ótima. Na verdade eu indico a sé
rie completa mas como são os melhores livros do ano, este com certeza entrou na lista.





E você, conseguiu bater alguma meta ou ler algum destes livros que indiquei acima?
Eu geralmente leio de diversos gêneros e este ano quero variar mais ainda meu estilo de leitura.





Bruxelas estava em uma situação caótica durante a guerra de Waterloo. Agora muitos homens tinham morrido e milhares deles estavam espalhados pelas ruas e pela floresta. E neste meio tempo quem podia ter fugido para fora daquele lugar terrível já o tinha feito.

Rachel York era uma mulher com diversos dotes. Apesar de ter sido uma mulher com bastante dinheiro, seu pai conseguiu gastar tudo o que tinham e agora ela trabalhava como acompanhante de damas da sociedade. Isto até ser enganada por um homem chamado Nigel, que se dizia fazer parte do clérigo, pedir Rachel em casamento, pegar dinheiro de muitas pessoas considerando ser para caridade e mais do que isto as economias de Rachel e de suas amigas começando por Bridget, que tinha sido sua babá, Geraldine, Flossie e Phyllis. As quatro mulheres trabalhavam em uma bordel em Bruxelas pelo tempo da guerra para poderem guardar dinheiro suficiente para abrir uma pousada na Inglaterra, mas foram enganadas pelo clérigo. Agora estavam sem nada.

Para tentar conseguir um pouco de dinheiro para voltar até a Inglaterra e ir atrás do ladrão, as moças chegaram a conclusão de fazer o que muitos estavam fazendo: saquear os mortos. Parece terrível na primeira vez que colocaram a ideia mas talvez assim elas pudessem ter uma esperança. Assim que saíram em busca de algo Rachel se deparou com o corpo de um jovem homem, totalmente despido mas que ainda respirava. 

Quando o jovem foi levado para a casa onde moravam juntamente com um sargento do exército que havia ficado cego, descobriram que ele estava muito machucado. Sua perna estava muito ruim, sua cabeça havia caído diretamente em algo pontudo e ele estava inconsciente. Ao acordar sequer sabia quem ele era. 

Aos poucos tantos o sargente quanto o jovem rapaz ao qual deram o nome de Jonathan foram fazendo amizades com as mulheres daquela casa. Mas Rachel era especial para Jonathan e ali surgia uma amizade com um sentimento a mais. Agora o que eles precisavam era conseguir dinheiro para encontrar o charlatão e tentar desvendar a história para saber quem realmente é o homem descoberto na floresta.


Autora: Mary Balogh
Título Original: Slightly Sinful (Saga Bedwyn #5)
ISBN: 9788580416176
Páginas: 272
Ano: 2016
Gênero:  Romance de Época
Editora: Arqueiro










Para quem não acompanha esta série, este é o livro de número cinco. São um total de seis irmãos e este é o penúltimo da saga, sobrando agora o esperadíssimo do Wulfric, um dos principais irmãos, já que ele basicamente coordena tudo e é o homem mais frio da família. Mas não se preocupe sobre a questão de não ter lido outros antes, claro que é sempre bom ler em sequência porque aparecem algumas dicas do que acontecem com os casais entre os livros, mas aqui nesta resenha não há spoilers sobre os anteriores.

Para quem leu o último antes deste, o Ligeiramente Seduzidos deve ter tido a mesma sensação de dor que eu. Fiquei totalmente mumificada com o final do livro porque a autora faz uma revelação bombástica e simplesmente não dá mais nenhuma pista sequer do que acontece com um dos irmãos, que acaba sendo retratado neste livro. Eu já imaginei um monte de coisas, inclusive que este livro sequer existiria. Quando fiquei sabendo que ele existia eu pulei de alegria!

Apesar de ser uma saga um pouco longa, os livros não são muito repetitivos e então não há como dizer que dá para enjoar já que as personagens e os personagens em si são bastante diferentes. O mais legal neste são as mulheres que abriram a casa para que servisse como um bordel, já que são elas que trazem bastante vida para toda a trama devido as suas formas de se vestir, de se portar e até de arrumar encrencas. 

Quando tudo começa a se encaixar eu achava que ia ser rápido, que as coisas iam acontecer de uma forma e que nada seria como em um romance de época, mas Mary Balogh consegue introduzir uma história muito melhor, fazendo com que o personagem de Alleyne não seja o foco em si e sim o romance que surge e a busca por algo há muito perdido entre a personagem de Rachel e sua família. este ponto eu achei fantástico já que aí dá para acontecer diversas coisas entre este meio tempo que a leitora acaba se situando lendo os outros livros.

Gostei bastante da troca de cenários e de como eles foram narrados. Para mim isto é sempre essencial em um livro. Adoro sentir como se estivesse no lugar ou poder imaginar toda a situação. A diagramação é super bem feita e dá para ler bem rapidinho, apesar de que eu sempre demoro porque às vezes fico indo e voltando em busca de informações adicionais.

Agora só espero por Ligeiramente Perigosos que vai dar fim a esta saga e tenho certeza que tem muita gente super curiosa para saber como Wulfric vai se sair como um amante em especial.




Josie e Meredith são irmãs que não tem um relacionamento muito saudável. Após a morte de seu irmão Daniel em um acidente de carro quando elas eram mais jovens nada na família foi a mesma coisa. Os pais se separaram, o pai virou alcoólatra, a mãe ficou mais distante e menos amorosa e as irmãs que deveriam se unir para lidar com o luto se separaram mais ainda, cada um indo para um lado por conta dos estudos na faculdade e dos caminhos escolhidos em como sofrer com a perda.

Josie agora era professora da primeira série em Atlanta, se arrependia amargamente de um relacionamento que não deu certo com um antigo namorado pelo fato de ele acreditar que ela o traiu e ela nunca ter tido a coragem de contar a verdade. Morava com o melhor amigo Gabe que sempre a alertava sobre todas as questões principais de sua vida e queria imensamente engravidar, já que estava chegando aos trinta e oito anos de idade. Já cansou de procurar por possíveis namorados e agora começava com a ideia de um doador de esperma para uma inseminação artificial.

Meredith era casada com o melhor amigo do seu irmão, o Nolan, que após ela ter ido cursar artes cênicas em Nova York e não ter sido como ela queria, voltou e se formou em advocacia. Ela odiava o seu trabalho com todas as forças mesmo que trabalhasse há vários anos no mesmo lugar. A sua filha Harper, de quatro anos, era seu amor incondicional.

Mas em um mundo onde os problemas acontecem normalmente para todo mundo, Josie precisa compreender o que realmente aconteceu na noite do acidente de seu irmão e sua irmã precisa entender o que realmente sente por Nolan e qual é o resultado real do seu casamento. E é em meio a dúvidas e desejos que uma família vai criar laços e desfazer outros para poder buscar um novo caminho para seguir em frente.



Autora: Emily Giffin
Título Original: First Comes Love
ISBN: 9788581634548
Páginas: 352
Ano: 2016
Gênero:  Romance 
Editora: Novo Conceito








 


Se alguém que gosta de livros de romance me perguntar algum título para ler, certamente algum da Emily Giffin vai estar na lista que eu vou indicar. É como um caso de amor e um pouco de ódio na questão de alguns livros dela. Já li todos que a editora Novo Conceito publicou e a maioria deles eu amei, porém um ou dois escaparam do meu gosto pela temática. 

A verdade e o bom dos livros da Emily Giffin é que é feito para pessoas mais maduras. Não vou mentir e dizer que um adolescente vai se achar dos dramas e paradigmas que autora descreve, já que na maioria das vezes ela envolve família e casamento, a questão sobre ter filhos ou não, sobre carreira ou sobre o abandono dela por uma questão maior e assim por diante. São questões ótimas para reflexão e é o que realmente gosto de ler quando ela levanta o assunto.

Em o Amor em Primeiro Lugar há algo bastante legal que a autora conseguiu trabalhar sendo que o relacionamento de duas irmãs se torna bastante importante na trama inteira. Tudo se inicia com a morte do irmão das personagens. Depois disto com quase quinze anos passados e elas já próximas aos quarenta anos dá para compreender tudo o que isto impactou profundamente no destino e nas ações das duas irmãs.

O interessante também é que cada uma tem uma personalidade diferente e em cada capítulo que são sempre divididos entre uma irmã e outra, são mostrados aspectos da vida delas de uma forma diferente e depois em alguns momentos como cada uma vê aquele mesmo aspecto por sua própria visão. 

O drama é algo que a autora já tratou em outros livros. A questão da dúvida sobre ser mãe solteira ou não, sobre fazer de uma forma não convencional, ou sobre a dúvida nos relacionamentos. O forte deste livro realmente são as amizades e o como uma ação pode influenciar em quase toda uma vida.

O melhor ainda é que Emily não é o tipo de autora que levanta um assunto e depois termina com viveram felizes para sempre. Ela termina a história como seria para qualquer pessoa. Realidade versus realidade. Adorei o livro e entrou para os meus favoritos pela emoção que é tratada a questão do afeto e da discordância. O luto é algo bastante sofrido e às vezes destrói tudo pela frente.

Este livro merece total atenção. Já estava ansiosa quando vi ela lançar o livro lá fora e agora que matei minha curiosidade, só tenho que sorrir e agradecer por ter tido mais esta experiência literária.