O título deste post pode parecer meio estranho para uns ou até egoísta para outros, e talvez meio agressivo para mais pessoas. Porque até mesmo hoje em dia com tanta tecnologia e tantas redes sociais, o que mais podemos fazer é mostrar o que fazemos no nosso dia-a-dia ou algo que compramos, um lugar que viajamos ou qualquer coisa parecida com isto.



A questão das amizades parece que se tornou mais virtual do que física e nem sempre temos os amigos ao lado e muita gente sequer compartilha amizades próximas e somente aquelas em que se pode acessar através da internet.


E será que então isto é realmente saudável? 

Estava pensando o quanto fui ficando mais velha e fui parando de compartilhar as coisas que surgiam na minha vida. Não somente pelo fato de que já não tinha mais tanto interesse, mas também porque não tinha mais  tantas amizades com as quais eu tinha confiança para contar e me peguei pensando se a solidão começa a pesar a este ponto.


Me disseram um dia que é bom tratar tudo com um profissional, mas não é realmente bom rir com amigos e conversar com eles? Contar as coisas e ouvir e dar conselhos? Desde quando nos tornamos tão solitários? E veja bem, ninguém nos coloca na solidão a não ser nós mesmos que começamos a preferir ficar sozinhos em diversos momentos do que ir até a casa de alguém ou ir a um lugar convidando uma pessoa.


Sim, a pandemia ajudou muito a fazer com que o sentimento da solidão se transformasse em um gigante monstro que às vezes se torna gigante e acaba mesmo destruindo muitas vidas. Mas será que você se sente feliz compartilhando coisas com alguém ou simplesmente prefere se manter em silêncio.


O meu questionamento é será que o ser humano precisa compartilhar a sua vida para se sentir ou bem ou somente algumas pessoas precisam fazer isto? Existe alguma sensação de carência ou necessidade de afeto? Necessidade de aceitação ou é uma mera questão de felicidade em contar ao próximo o que aconteceu no seu dia?


Contar ao parceiro como foi o trabalho, contar a uma amiga como está sendo uma nova atividade. Coisas deste tipo. E ao mesmo tempo me pego pensando em qual lado eu estou. Não creio que o ser humano tenha nascido para ser sozinho.





Umas vezes eu penso que preciso conversar todos os dias e em outros que não devo conversar com ninguém, pois algumas pessoas comentam que se a gente falar demais as pessoas podem estragar nossos planos. Ainda acredito na amizade verdadeira, mas de que realmente precisamos.


Eu me peguei pensando muito nisso. Ali, sentada sozinha no sofá, me questionando se era somente eu que precisava de alguém para desabafar, contar as coisas, ou se todo mundo precisa deste momento também. Será que isto é a famosa solidão de verdade?



Se esta for a solidão eu não quero mais ter perto de mim. Não sou cheia de amigos. Tenho muitos colegas. Mas tenho amizades verdadeiras com quem posso contar. Mas a solidão me assusta. Sei que gosto de passar muitos momentos sozinha, mas viver só não pode ser minha meta.


E a partir de então eu vou continuar a lembrar a quem eu amo que preciso deles e que também estou aqui para o que todos precisarem. E pode saber que alguém pode estar precisando de uma simples palavra, nem que seja um alô sincero. A solidão não pode ser uma escolha. Será?





Empatia pode ter diversos significados segundo o dicionário. O mais específico é que quando voltado ao afeto ele se resume ao termo de afeição por uma pessoa ou um animal, um sentimento ou uma emoção em diferentes graus de complexidade.

Só por este pequeno descritivo dá para perceber que a empatia é ter um apreço pelo próximo, é sentir pelo outro um sentimento positivo, uma força superior que faz com que tenhamos atitudes positivas, que possamos movimentar algo a favor do próximo.

E então sempre se pergunta se há empatia em momentos difíceis. Ou então o questionamento de se um ser ou outro tem empatia por este ou aquele. Se for olhar de verdade para si, você tem realmente empatia nos momentos mais difíceis ou a primeira coisa que vai fazer quando surgir a necessidade é correr para se salvar?

Primeiro surge a famosa frase de que ninguém larga a mão de ninguém e então veio uma pandemia onde tudo o que se mostrou é que ninguém queria mais estar perto de ninguém, principalmente se esta pessoas estivesse contaminada. Nossa, Deus o livre, ficar perto de um ser com o vírus. Era como os leprosos de antigamente. 

E então, a empatia é seletiva? Devemos sentir afeto e bondade por uma criança, porém se a criança for alguém que cometeu algum crime, por exemplo, esta empatia vai pelo ralo? Qual o verdadeiro poder do seu julgamento?




Fico pensando em como a minha realidade é muito diferente da de várias pessoas e não falo isto na forma de que é pior e sim de que é melhor e comecei a analisar isto muito antes de falar qualquer coisa. É muito fácil julgar qualquer pessoa quando não se vive a realidade do próximo. Quando se tem comida garantida, um teto, um trabalho e tudo o mais.

Já ouvi que os presos todos deveriam ser mortos porque são todos bandidos, mas a análise feita é de que nem todos possuem a mesma oportunidade de vida e ninguém sabe o motivo de cada um para estar preso. Existem pessoas que cometem erros e que são realmente cruéis e estão presos mesmo, e da mesma forma há diversos soltos. Um político que rouba uma nação ou seu povo não deixa de ser diferente de um que mata, mas há muito já percebi que a diferença está em quanto dinheiro cada um tem na poupança para esconder seus atos.

Logicamente que nenhum ato de maldade é justificado, porém também uma maldade não justifica a outra. Não ignore as pessoas pela forma como elas se vestem, falam ou se comportam. Muitas vezes algumas palavras de conforto faz toda a diferença.

Nem tudo se baseia em dinheiro. Hoje nos preocupamos mais do que temos com o que podemos fazer ao próximo. Comece a olhar para os lados e perceber que um sorriso faz a diferença no dia de muitas pessoas. Empatia. Um sorriso, um bom dia. Um obrigada!

Empatize-se!




Tem dias que paro e fico pensando para o que realmente eu estou viva. Sim, é um pensamento meio estranho, mas acredito que todo mundo tenha este tipo de pergunta. 


A verdade é que há muito tempo a questão de que é necessário ter um ideal para viver existe sob o contexto da filosofia e muitas análises são criadas para que o ser humano obtenha respostas. Ou seja, qual o motivo de termos nascido e o que nos faz tão importantes? 


A religião para alguns é mais do que necessária, já que é através dela que pessoas encontram suas respostas. E mais do que isto acreditam que é através dela que precisam encontrar outras pessoas, outros mundos para alcançar seus objetivos. Muitos dizem que a caridade é uma forma de sentir-se bem, de fazer com que a vida seja mais plena, que nos sintamos melhor, atingindo um objetivo.


Eu fico pensando no que realmente vim fazer aqui na Terra. Para que sirvo. E é por isso que acredito que a literatura serve tanto para mim. Através de diversas histórias eu consigo aprender mil maneiras de conhecer o outro. Quando alguém escreve uma nova história, está de alguma forma ajudando o próximo a entender um ponto de vista, seja um livro de ficção, um romance, uma fantasia, um drama. Sempre é algo baseado em um pensamento ou em uma experiência já vivida.

O que quero dizer é que depois de ter lido tantas histórias, consegui angariar muito conhecimento sobre diversas fases e modos do ser humano e assim me tornar mais empática, sabendo lidar mais facilmente com o próximo.

Nem sempre é fácil descobrir o que realmente me motiva, o que me faz querer continuar. Será que não sirvo para nada além de somente fazer o meu trabalho do dia-a-dia, quando muitos outros fazem coisas que julgo excelentes e que eu poderia também estar fazendo?

Sim, eu poderia. Também alcancei patamares muito bons com o que fiz até agora.

O que quero dizer ou onde quero chegar é: se o que te motiva pode parecer estranho aos olhos dos outros, continue. Pois sempre vai criar milhares de benefícios a outros de diversas formas. E a você também, pois tudo o que você gera de forma positiva vai voltar de forma positiva.


Se o que te motiva te faz feliz, fará a outro feliz. 


E se isto vier de uma boa leitura, melhor ainda!



A data já está quase chegando, mas se você ainda não se decidiu no que dar de presente para aquela namorada ou namorado que ama tudo e qualquer coisa relacionado ao mundo literários ou se acha também que pode esperar um pouquinho mais para o correio entregar, vou colocar aqui algumas dicas e coisas legais que pode-se gostar!

O importante é sempre ganhar e receber com carinho! O que vale é a intenção.

ANNE DE GREEN GABLES
Volume 1 - Três livros
Autora: Lucy Maud Montgomery
Link para Comprar: Amazon 

Acompanhe a história de Anne Shirley, uma jovem de cabelos ruivos, imaginação fértil e personalidade forte. Órfã, foi adotada por engano por um casal de irmãos que esperava um garoto para ajudar nos trabalhos braçais da fazenda. Anne cresce, conhece diversas pessoas, entra em confusões e corre atrás de seus sonhos nesse box com os livros Anne de Green Gables, Anne de Avonlea e Anne da Ilha.


Para quem assistiu ao seriado Anne with E sabe o quanto estes livros são preciosos e importantes. A série é um pouco diferente dos livros, que tem uma temática mais infantil, já que a série é um pouco mais atualizada no tempo, mas traz uma paz ao coração que é inigualável. Se quiser já pode comprar o outro volume com mais três livros e a saga está completa.



                                                   
A VIAGEM DE CILKA
Autora: Heather Morris
Editora: Planeta
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A Viagem de Cilka é baseado na história real de Cilka Klein e na de tantas outras mulheres presas nos campos de concentração nazistas e, após o fim da Segunda Guerra Mundial, nos gulagui russos. Nessa emocionante sequência do grande best-seller mundial O tatuador de Auschwitz, Heather Morris nos apresenta um testemunho não apenas do poder do amor e da esperança, mas também da força que há nas mulheres. A beleza salvou sua vida... mas também a levou ao inferno. Cilka Klein tinha apenas dezesseis anos quando foi levada ao campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, em 1942. Seus lindos e longos cabelos – os mesmos a atraírem a atenção e a curiosidade do tatuador de Auschwitz, em meio a tantas cabeças femininas raspadas naquela prisão de grandes horrores – são notados pelos oficiais nazistas. No entanto, é ninguém menos que o comandante do campo, Schwarzhuber, que a separa das demais prisioneiras, forçando-a a se submeter a terríveis violências... se quiser sobreviver. Anos depois, vem a liberação do campo. Pela proximidade de sua relação com o alto comando nazista, o exército russo classifica Cilka como “colaboradora”, e a ainda jovem é levada para uma brutal prisão soviética na Sibéria. Inocente, mas prisioneira mais uma vez, Cilka deve enfrentar novos (e outros já familiares) desafios cruéis, batalhando a cada dia pela própria sobrevivência. E em meio a esse inferno, será possível que Cilka encontre espaço em seu coração para o amor?

CAMISETA CAPITÃO AMÉRICA
Cor Preta - 100% algodão
Há outros modelos

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Sempre tem os que amam diferenciar nos modelos de camisetas. Eu só tenho do seriado The Walking Dead e The Big Bang Theory até agora, mas preciso refazer meu estoque. Para homem ou mulher vale sempre ter as camisetas que combinam com tudo, e o preço está bem bacana.


LUMINÁRIA DECORATIVA 3D
Diversos Modelos
Link para Comprar: Reino Geek

Para quem tem estante de livros, ter luminária decorativa é uma fofura só. Neste site tem vários modelos bem bonitinhos, mas também dá para procurar em outros sites. Mas acredite, quem tem livros adora uma luminária!


KINDLE PAPERWHITE
8 G
Há outros modelos disponíveis
Link para comprar: Amazon

Outra coisa que leitores amam é poder ler e-books. Eu ainda sou muito apegada a livros físicos, então leio muito pouco e-books, mas além do custo benefício, ter um Kindle facilita ter mais livros em um só lugar de uma forma leve e econômica. 

Estas são só algumas pequenas dicas, depende muito de quanto você quer investir. Há sempre ótimas opções no mercado e tanto em valores pequenos quanto mais agregados. O importante é sempre a intenção.

Depois me conta como foi o seu dia de namorados e se você não passa com alguém este dia, se presenteie também!



Acredito que se eu for sincera com os meus pensamentos e me perguntar se eu perdi a minha humanidade vou responder que sim, que perdi grande parte dela. E isto pode parecer ofensivo ou até mesmo cruel demais para alguém que possa ouvir eu falar ou estar lendo isto, mas a questão é que a realidade é aquela onde na verdade, todo nós perdemos grande parte da nossa humanidade.

Humanidade tem a descrição de bondade, de benevolência em relação aos semelhantes, de compaixão principalmente aos mais desfavorecidos. Esta é a classificação da palavra e sim, temos um pouco disto, já que quando vimos alguém sofrer, também sofremos com a situação, mas isto, não é sempre uma questão de benevolência.

A psicologia já comprovou que as pessoas que veem outras passando por momentos de dor ou perda, conseguem se colocar no lugar delas e também sentir a mesma dor, como se estivessem no mesmo lugar. Então, se você tem um amigo que está sofrendo, é normal você sofrer junto com ele.

Agora, quantas vezes ao dia você milhares de reportagens sobre pessoas que estão sendo assassinadas em guerras, crianças mortas ou estupradas pelos pais, pessoas que moram nas ruas e passam fome? E você vai dizer que não tem o que fazer em relação a isso, que quando passa no centro da cidade e vê estas pessoas pobres não pode fazer nada, que muitas vezes eles estão lá porque querem?

A verdade é que isto já se tornou tão comum a nossa volta que não nos choca mais. Não nos provoca mais uma sensação de dor imensa. Faz parte do nosso dia a dia. Fazemos parte de um sistema onde matar ou morrer é tão comum que muitas vezes é só mais uma matéria em um jornal e seguimos adiante. Rezamos para que não aconteça com a nossa família e ponto final.

E quem disser que isto não é verdade vai estar sendo hipócrita. Claro que não queremos que ninguém morra. Mas se olharmos bem a quantidade de pessoas morrendo neste momento em nosso país somente pelo vírus da Covid-19, me diga: você chora? Ou você fica indignado, fala várias coisas que deveriam mudar e depois segue em frente?



Então volte a tentar recuperar aos poucos a sua humanidade. Converse mais com seus amigos. Com seus vizinhos. Com moradores de rua. Peça se precisam de ajuda de alguma forma. Você não precisa querer alcançar um país inteiro quando pode começar pela sua rua. Tem pessoas ao redor que muitas vezes só precisam conversar com alguém.

Não tenha vergonha de ajudar ao outro. Não deixe que o julgamento da sociedade que acredita que quem está na rua merece estar lá, impregne em você. Só quem passa por problemas e dores sabe porque passa. Estenda a sua mão e tente ajudar. Se a pessoa não deseja ajuda não há problemas, você está reintegrando a sua humanidade.

Pelo menos assim as pessoas vão poder tentar derrubar você, mas sua vontade de ser benevolente vai ser bem maior do que a hipocrisia de muitos de achar que são superiores a todos.



Greta Thunberg é uma adolescente de dezesseis que atualmente lidera milhares de outros adolescentes mundo afora na luta pela preservação climática do planeta. A guerra de Greta começou na Suécia, seu país de origem, em 2018 quando foi ao parlamento sueco para protestar contra os políticos que nada fazem para melhorar o futuro do planeta. Ela é líder do movimento greve das escolas pelo clima.

Até então Greta tinha conquistado um grande espaço na mídia com seu movimento. Ela, sozinha, foi fazer a sua manifestação. Em 2018 ela resolveu fazer greve para ir manifestar contra as mudanças climáticas e depois voltou a estudar e todas as sextas-feiras voltava para fazer a manifestação. A questão é que se tornou uma manifestação global conquistando milhares de crianças e adolescentes protestando a favor do clima e seus futuros.

Greta possui uma síndrome denominada Asperger, um tipo de autismo que modifica as feições do rosto quando ela se comunica ou demonstra movimentos bruscos, o que faz com que sua entonação fique mais alta. Assim, quando ela fez declarações na ONU sobre diversos fatores e fez com que mais de 100 países parassem e protestassem juntos, milhares de pessoas passaram a ter ódio dela.



E por que ódio?
Vou falar por questões de grupos de debate os quais eu participo.
Estão falando que ela é uma marionete de políticos, que ela é rancorosa e raivosa pelas feições dela e que ela na verdade quer destruir o planeta.
Que se ela quisesse conquistar algo deveria estar estudando e não faltando aula e que ela quer roubar a Amazônia em um complô com o presidente Macron, da França.

Os absurdos lidos das pessoas são tantos que os discursos de ódio a ela são diversos, desde voltados a que ela está ligada a pessoas que estão tramando algo até a doença dela, que na verdade só faz com que ela tenha um raciocínio lógico muito maior.

Neste site há diversos fatos que são apontados e mostrados como Fake News.

Mas a questão é maior. As pessoas estão tão acomodadas atrás de seus mecanismos de internet que não podem ver alguém lutar por seus direitos, ainda mais alguém tão jovem, que logo buscam uma forma de disseminar o ódio, ainda mais se esta pessoa já estiver unindo outros países e não somente no seu. Aí as pessoas se ofendem ainda mais sem nem sequer fazerem algo para mudar o seu próprio redor.

Todos viraram juízes julgadores que mal levantam do sofá para reciclar o lixo e querem explorar a imagem de Greta com palavrões e colocar a culpa nela por ver que está sendo ouvida. Uma nova geração está se movendo para que possa usufruir de bens e de um planeta saudável e infelizmente sempre haverá um número grande de pessoas que querem palpitar sem ajudar.

Greta é uma líder nata que incentiva e continua incentivando muitas pessoas. A partir deste momento pare e reflita sobre o seu papel na sociedade e o que isto influencia na vida das pessoas ao seu redor e o que você pode fazer para melhorar. 





Este post vai parecer uma coisa boba para muita gente, mas para mim vai servir como um grande desabafo. Sempre imagino como os animais servem como um incentivo em nossas vidas, como trazem alegria, carinho, amor e felicidade.

Já é mais do que comprovado que quem passa alguns minutos de seu dia com algum tipo de animal, não fica tão estressado e o nível de relaxamento só aumenta. Além de que animal não tem maldade no coração. Ele brinca, se diverte e se você for o dono dele e sair de casa, quando voltar vai ter ele esperando todo feliz por você, mesmo que nem sequer dê bola para ele por estar com o cansaço do dia.

Eu sou altamente apegada em animais, de qualquer tipo. Já tive gatos, hamsters e cachorro. Mas o mais especial foi este último cachorro que tive. Já tive uma cadela que era totalmente apegada a minha mãe então não era como se fosse realmente minha.

Mas esse cão me escolheu, nem sequer fui eu quem o escolhi. O engraçado é que foi em uma promoção onde eu podia comprar qualquer coisa e eu decidi que compraria um cachorro. E quando eles soltaram os cachorrinhos este veio diretamente na minha direção e começou a me lamber. Eu sabia que tinha nascido para mim.

E então ele se tornou um ser querido, calmo, brincalhão. Destruiu algumas almofadas, chinelos, cobertores e botas. Mas o amor incondicional não tem preço em relação a bens materiais. Ele sempre esteve ao meu lado e quando sabia que eu estava sofrendo por algo tentava de todas as maneiras ficar mais junto de mim.

Quando mais velhinho ele perdeu o movimento das patinhas traseiras, mas isso jamais seria um motivo para que deixar ele de lado. Aprendemos juntos a caminhar mais lentamente, a usar fraldinha e a brincar sem correr. Ele aprendeu que eu tinha depressão e que tinha momentos de maior tristeza.
E assim se passou quinze anos onde eu troquei muita coisa pelo amor de um cão. Preferi deixar de ir à festas para poder cuidar dele quando ele precisou. Passava as tardes no parque enquanto outros iam para postos beber.

E no início deste ano descobri que ele tinha vários tumores no corpo todo e que teria pouco tempo de vida. O médico dera 2 meses, mas ele viveu 9. A última semana foi a mais dolorida, mas jurei e prometi que não o deixaria sofrer e pedi para que os seres de luz o levassem sem sofrimento.

E então assim se foi o meu melhor amigo. O que me resta hoje é um dor profunda, porém sei que o amor que eu aprendi com ele é tão grande que posso repassar a outras pessoas facilmente e que lutei e fiz o meu melhor. O amor é um sentimento lindo e todas as pessoas e animais merecem isso. Claro que sinto a falta dele, mas ele fez o que precisava ser feito e agora sou uma pessoa muito melhor.

Então, se você tiver um animalzinho de estimação, viva o mais intensamente possível. Se não tem, ajude as ONGS que salvam estes serem especiais. Pois não há nada mais gratificante do que isto em nossa vida. Saber que fiz parte de uma vida de amor e fui muito amada é como me deixar sem palavras.

Amor.
Amar.
Ser amada.




Estava pensando seriamente sobre o assunto de como eu posso mudar de alguma forma o mundo em poucas atitudes que eu tomo diariamente já que, logicamente, não há a possibilidade de mudar o mundo de uma forma exponencial.

A verdade é que conseguiríamos fazer algo muito grande se cada um de nó realmente fizesse um pouco que fosse e assim cada parte de um lugar ia melhorando até todo mundo estar satisfeito com o lugar onde se vive. O problema é que as pessoas tem muitas opiniões diferentes e culturas diferentes e além disso vive-se em um mundo onde o dinheiro é muito mais valorizado por certas pessoas do que o bem-estar e o amor.

A diversidade de ideias é outra coisa que hoje perturba muita gente. Muitas pessoas não aceitam as ideias umas das outras e isto acaba gerando um conflito com um sentimento de raiva e frustração, onde pessoas deixam de ser amigas somente por uma questão de partido político. Mas a pergunta mais importante é: o que você faz para mudar o mundo para melhor?



Comecei a pensar em gestos para me sentir melhor e vi que posso fazer algumas mudanças no meu cotidiano. Corrupção é algo que incomoda então passei a perceber tudo o que possa estar influenciando nisto. Aceitar algum benefício do governo que não tenha necessidade ou até mesmo direito, sempre verifico o troco que me é dado para ver se não me deram a mais ou até mesmo sempre peço para verem se estão cobrando certo, pois tem um lugar perto da minha casa que algumas vezes o sistema cobra errado e eles acabariam por perder dinheiro. Estas coisas fazem com que eu me sinta melhor.

Ambientalmente falando eu faço toda a separação de lixo, evito o máximo as sacolas plásticas no mercado, evito os canudos plásticos e tudo o que mais possa prejudicar o meio ambiente. Como faço fotos para o blog e o Instagram me proibi completamente de arrancar plantas ou flores para isto, pois sei o que quanto a fauna e a flora são importantes. Evito matar qualquer tipo de inseto, pois para mim qualquer tipo de vida é importante. Me uno a grupos de proteção aos animais, a grupos de apoios a pessoas que precisam de ajuda de qualquer tipo já que eu também sou uma pessoas que muitas vezes precisa de palavras de incentivo.

Enfim, o que quero dizer é que faço pouco mas me sinto bem no que faço. Então como sei que não posso mudar tudo, mudo um pouco que seja. E se você também fizer este pouco saiba que vai estar fazendo muito pelos outros também!







É tão estranho que uma leitora como eu consiga ler vários livros de diversos gêneros e saber como cada geração e cada ano ou era reage a uma forma diferente sobre certo assunto. E então eu venho aqui falar sobre algo que está em voga no momento: a questão sobre legalizar ou não o aborto. E falo isto em questão de Brasil, pois lá fora a questão já é muito mais evoluída em diversos países.

Então vou contar parte de minha história. Nunca gostei de crianças. Não sou apegada a elas e não sou simpatizante de crianças. Não me leve a mal com esta verdade. Não as odeio e não faço mal. Só não nasci com nenhum tipo de sentimento materno ao qual diversas mulheres nascem. Aos quinze anos comecei a ter problemas nos ovários e a primeira coisa que disse ao médico é que gostaria que ele tirasse fora os meus ovários para que nem precisasse engravidar, já que nunca seria a minha intenção. 

Categoricamente ele disse que não podia fazer isto, pois lógico que eu ia querer, pois todas querem. Hoje tenho trinta e cinco anos e nunca quis. E não quero. Sempre foi uma decisão tomada. Me irrita outras mulheres nunca entenderem o fato e não me respeitarem por isto. 

Em contrapartida sempre me cuidei muito. Sempre utilizei diversos métodos contraceptivos. Mas aí vem a questão principal. Hoje se fala sobre a cultura de aprendizado, que a mulher precisa conhecer seu corpo e precisa saber muita coisa, porém na minha época eu não tive alguém que chegou para mim e me explicou o que acontecia ou o que precisava ser feito. Eu me reunia com minhas amigas que também não tinham experiência nenhuma e fazíamos pesquisas para aprender e esta foi o conhecimento que fui adquirindo.



Hoje há mais disseminação das informações, porém ainda acho escasso e que não chega para muita gente. Já vi pessoas que cuidavam do corpo engravidarem. Gente que tomava anticoncepcional, gente que usava Diu, usava preservativo. A questão é que nada disso é 100% eficaz. E as pessoas não entendem que mesmo que o corpo seja cuidado algumas coisas acontecem e não é por isso que desejamos uma criança.

Sou a favor do aborto pelo fato de saber que há mães que criam filhos como animais e já vi outras amigas tirando os seus com remédios e depois parando em hospitais à beira da morte. A verdade é que a falta de opção leva as mulheres a tentarem ações que as enlouquecem e as levam à morte e não que vão sair fazendo filhos e tirando. 

Há a necessidade da compreensão que sempre há pessoas que vão ter uma formação e um pensamento ruins a este respeito. Que vão sim achar normal abortar. Já conheci pessoas assim também. Uma mulher que engravidava e abortava com a melhor tranquilidade do mundo, mas isso não justifica que a legalização nos transformará em pessoas assim, pelo contrário, é uma forma de  aliviar a vida das mulheres.

Ninguém aborta porque gosta, acredite. Não importa as regras sociais ou religiosas. Cada mulher sabe a dor que carrega no ventre e no coração. Esta coisa de que mulher que engravida tem que criar é tão absurda e tão arcaica que nem é válida para argumentação. 

O importante é entender que é necessário ensinar as crianças, as adolescentes e até mesmo as mulheres todas as formas de prevenção. Mas mesmo assim nada é perfeito e ninguém deve viver um pesadelo ao qual sabe que vai desencadear a infelicidade de muitos. Ou até mesmo a morte.



Como definir o processo de leitura e o que ele causa nas pessoas? 

Lembro que quando eu era bem novinha, isto é, a partir do momento em que eu tenho alguma memória em relação a algumas coisas, eu já ganhava alguns livros de meus pais. E quando comecei a estudar no pré e a aprender a ler a partir daí eu era bastante dedicada e amava conhecer mais e mais palavras. 

Hoje não consigo ir dormir sem ler algumas páginas. Simplesmente o sono não vem. E alguns podem acreditar que seja um vício ou dependência e talvez até seja, mas quando eu converso com alguém o meu poder de argumentação, de complexo de palavras e de conhecimento de diversos assuntos é imenso e eu sei que ganhei isso lendo.


Quem acompanha o blog sabe que amo alguns autores e que meu início de vício na adolescência, já que não me recordo dos outros que lia durante a infância, foi Érico Veríssimo, um autor premiado. Hoje tenho diversos autores e autoras que gosto muito, mas vou citar aqui uma obra que foi marcante para mim.

O Cortiço é uma obra que trata sobre a sociedade de uma comunidade em meados do fim dos anos de 1800. Para algumas pessoas há capítulos muito chocantes e personagens que tem suas principais características e moldam um estilo de sociedade que muitos não estão acostumados. Eu amo a escrita de Aluísio Azevedo e recomendo a obra para quem gosta de diversidade.

 


Claro que tem vários outros livros que poderia citar neste post, mas como hoje é comemorado o dia mundial do livro, venho mostrar também como devemos comemorar a importância da leitura. O engajamento das escolas, instituições e demais pessoas que compartilham o amor pela leitura.

E também há o Sindicato Nacional de Editores de Livros, que mais do que nunca se importa com o que os leitores gostam de ler e se dedicam ao máximo para que a literatura esteja 100% presente ao nosso redor.


E para comemorar nada mais elegante do que ver pessoas comuns entrando em personagens famosos. O Leia.Seja é uma campanha para fazer você se inspirar e mostrar o quanto você gosta de ler.

Conheça mais esta campanha divulgando o Leia.Seja e conhecendo a página no Facebook 




Não há como negar: sou uma pessoa viciada em Netflix. 

Estava aqui me lembrando quando eu ia para a locadora ainda nos tempos em que era em fitas de VHS, ficava lá olhando uma por uma para escolher os melhores filmes e mais, eu também alugava fitas para o Super Nintendo e o Atari, acreditam? Pois é, e agora depois de anos eu estou em uma plataforma que posso assistir filmes diretamente só ligando a minha televisão ou o PC ou o celular!

E então começo a registrar as novidades que aguardo para assistir assim que chegarem. Lógico que tenho uma imensidade de filmes na minha lista de favoritos, mas estas três novidades já estou aguardando praticamente com o controle na mão.

OS 13 PORQUES - SERIADO
DATA DE ESTREIA: Não divulgada / 2018


Depois da primeira temporada bombástica (se você não assistiu não pode perder a oportunidade), estou aguardando para saber como vai ser da vida de cada personagem e como serão todas as consequências. Quem lembra de Hannah Baker? Como este seriado serve de exemplo para milhares de jovens que passam pelas mesmas dores de sofrer bullying em uma escola ou até mesmo de sofrer calada um estupro, precisar de ajuda e não ter com quem contar?

Para mim este seriado fala muito a verdade sobre o que milhares de pessoas sofrem em momentos da vida e como são burladas pela sociedade e as consequências são diversas. Tanto que o seriado fez tanto sucesso que chegou a uma segunda temporada que vai mostrar o que aconteceu com cada personagem que contribuiu para os acontecimentos com Hannah Baker.





CARGO - FILME
DATA DE ESTREIA: 18/05/2018



Achei esta novidade enquanto passeava pelos trailers no YouTube. Este filme conta a história de um pais que tenta salvar sua filha em meio a um apocalipse zumbi. O legal é que ele tem somente 48 horas para deixá-la em um lugar seguro no meio da Austrália depois de ser infectado. O cenário é lindo e a mensagem que o filme passa também. O que pode ser visto pelo trailer. O filme foi baseado em um curta metragem.


3% - SERIADO
DATA DE ESTREIA: 27/04/2018


Nem preciso dizer que sou fascinada por este seriado. A primeira temporada mostrou a seleção dos 3% que puderam ser levados para o Maralto. E agora a segunda temporada mostra um pouco do novo lugar e a volta dos personagens tentando erradicar esta seleção. Tudo novo, novo mistério. E parece que o circo vai pegar fogo.


THE RAIN - SERIADO
DATA DE ESTREIA: 04/05/2018



Esta série fala sobre o que mais gosto: um mundo apocalíptico. Depois de um vírus ter matado parte da população mundial e deixar somente poucos sobreviventes, dois irmãos partem para outro local para tentar sobreviver. O problema é que algo ainda existe e eles terão que enfrentar um grande perigo para continuar a viver. Essa série é escandinava, o que mostra que a Netflix vem apostando em diversos países.


Todos estes lançamentos já estão programados para eu me jogar no sofá e assistir. 
Depois venho aqui contar o que achei de cada um.
Você já programou algum deles ou gostou das novidades?

Tenho certeza de que de alguma forma você que é leitor vai se identificar com este texto. Isto mesmo, você que adora comprar livros, que ama ler e que provavelmente vai ter uma estante em casa com várias obras. Mas especificamente então se é você é um blogueiro do ramo literário.

Eu já raciocinei várias vezes sobre o que as pessoas sentem em relação a gentilezas, mas acho que muita coisa se tornou mais egoísta ao ponto desta coisa tanto de machismo como de empoderamento. Quando eu chego e tento dar algo para alguém, ou até mesmo convidar alguém para um simples picolé, a pessoa acaba se ofendendo se eu me proponho a pagar, tendo em vista que é uma coisa que não vai matar ninguém, certo?

E o que as pessoas pensam sobre quem é blogueiro literário? “Nossa, ela consegue ganhar livros, então lógico que o que vou fazer é pedir livros para ela.” Fato. 



Sempre comento sobre eu ter um blog já que é um grande hobby meu e acho que não conseguiria desistir dele e, como estou sempre com novos livros, as pessoas me perguntam como eu consigo eles. E então falo sobre as parcerias. Depois de um tempo sempre surge uma pessoa me pedindo certo livro já que eu tenho parcerias com editoras elas acham que podemos conseguir o que quisermos.

O fato é que não me importa que alguém me peça algo já que empresto meus livros sem nenhum problema, desde que a pessoa saiba respeitar e me devolver logo. Tem pessoas que depois que se passou um mês já estou pedindo livros de volta e elas acabam se ofendendo por isto. Mas nunca uma destas pessoas chegou e me ofereceu um livro por saber que eu gostava deles.

E é nisto que entra o fato de ser gentil. As pessoas querem sempre algo para elas, mas nunca querem oferecer a gentileza. “Poxa, você tem um blog de beleza? Estou precisando mesmo de maquiagens, consegue umas para mim!”. Já ouvi isso também.

Eu empresto meus livros, dou alguns, faço doação de outros, não sou apegada de nenhuma forma. Mas quando vejo pessoas interesseiras isso acaba chateando. É como aquela coisa: “Poxa, você é médico? Sabe que estou com uma dorzinha aqui, será que podia me dizer o que é?” Um pouco de troca de gentilezas nunca é demais ao invés de só querer ganhar coisas em cima das pessoas, é bom tentar fazer o papel contrário também. Quem sabe presentear a pessoa com um livro, no meu caso, se eu ganhasse, seria uma surpresa para lá de gigante.



Aposto que você já passou por uma coisa destas, acertei?

Então queira ser presenteado, mas também presenteie e seja gentil. Quem sabe assim as pessoas comecem a perceber que gentileza realmente gera gentileza?



Se você curte aqueles livros com contos de fadas ou então os romances de época com vestidos pomposos e lindos demais, ou até mesmo os livros de fantasia, vai gostar dos vestidos que a estilista francesa Sylvie Falcon produz.


Sabe quando você assiste um seriado, no meu caso aqui eu me recordo muito do Unce Upon a Time, e fica imaginando como seria vestir algum dos trajes dos personagens? Tudo pode ser real, já que esta estilista transforma tudo em realidade através da sua criatividade.


São vestidos feitos com a intenção de mostrar o mundo mágico por trás de tudo o que conhecemos e que pode não somente ser usado em uma cerimônia qualquer, mas que também é bastante procurado em seus desfiles por noivas e madrinhas de casamento, já que foge do usual de sempre.



O mais legal é que ela utiliza materiais como capas de livros, partituras de músicas e outros itens curiosos para justamente ficar parecido com a história que quer contar. Já se baseou em a Bela e a Fera, em Alice no País das Maravilhas e diversos contos.



Não sei dizer se eu andaria em algum lugar com estes vestidos, mas certamente se eu pudesse sonhar com alguma ocasião especial, eu iria querer ter um vestido destes para mim, principalmente se for aquele estilo de época já que acho lindo todo o contexto.



Se você gostou dos estilos de vestidos pode ver muito mais opções e até tirar algumas ideias na página do Facebook da autora. Lá mostra tudo bem direitinho e tem muitos modelos. Eu fiquei babando um tempão e não poderia deixar de vir mostrar para vocês como o mundo de sonhos e de leituras pode nos influenciar em ideias!

Quem quiser me presentear por favor me dê o segundo vestido que coloquei aqui, viu!




Estava pensando em alguma matéria que falasse sobre a questão da leitura e como ela me beneficia em todos os momentos da vida. E então eu me peguei pensando em como muitas vezes eu comento para diversas pessoas que sou uma pessoa que leio uma quantidade enorme me livros e o quanto aprendo com isso e quando você imagina que vai ouvir algo de bom, na verdade a reação de algumas pessoas é totalmente o contrário: elas acham que eu estou perdendo o meu tempo.

Para muitas pessoas, ou melhor, a maioria delas, a noção correta de uma pessoa normal é estar inteirada na sociedade desde que esteja sempre em festas, rodeada de amigos, sempre fora de casa e fazendo outras coisas. Bem, talvez no passado eu também pensasse que fazer este tipo de coisa fosse agradável e eu realmente ia para algumas festas e tudo o mais.

Sempre fui de ler muito desde a infância e nunca larguei o hábito. Sempre tive amigas e fiz e faço coisas com elas. Mas depois de uma idade e de outros acontecimentos, eu percebi que não sou uma pessoa que gosta de estar em festas e de estar o tempo todo fora de casa. Sou uma pessoa mais reclusa e isto não significa que eu seja tímida nem nada, só gosto de estar comigo mesma e aproveitando meus momentos.

“Não sei para quer ler tantos livros se isto não vai te levar a nada. É melhor sair para viver!”

Esta frase acima é uma das muitos que eu ouço. Como estou sempre com um livro debaixo do braço, na bolsa ou em qualquer lugar as pessoas imaginam que somente o que eu faço é aquilo ali e que não tenha mais nenhum tipo de vida social. Já ouvi coisas que são absurdas como que além de eu não aprender nada eu só ficava entrando em mundos tristes e desoladores que me deixavam cada vez mais tristes e por isto eu nunca seria feliz.


Outra coisa absurda é ter ouvido que ler livros sobre assassinatos ou sobre coisas religiosas iam me fazer ir para o inferno ou eu poderia me transformar em uma pessoa ruim. E assim fui sempre deixando estas coisas entrarem e saírem pelos meus ouvidos.

Hoje, meu português é maravilhoso, tenho uma escrita ótima, apesar de não ser perfeita, mas conheço milhares de palavras diversas que muitas outras não conhecem. Conheço fatos históricos e detalhes psicológicos que os livros me trouxeram e que ninguém ousa cogitar além de muitas amizades feitas através do mundo literário.

E o ser humano que critica e não sabe o que falar mediante alguém que prefere estar no mundo dos livros e dos seriados e filmes, perde também a razão ao não saber respeitar a opção do próximo.
A leitura engrandece, faz conhecer mundos diversos, muita história e muitos dramas que nos influenciam em decisões na vida.

Se alguém um dia lhe criticar por você preferir a leitura a festas, sorria e pense que quem ganha é você.



Então cara leitora, demorei um pouco para  iniciar esta questão, mas estou aqui com um propósito que acredito ser benéfico e necessário para muitas pessoas.

Vou escrever rapidamente sobre a questão e depois pedir gentilmente que você responda ao formulário abaixo.

Há dez anos eu luto contra uma "doença" muito comum chamada depressão. Para muitos vai parecer estranho esta denominação, mas realmente é muito difícil de conviver com algo que nunca parece me deixar livre da tristeza. A realidade é que eu aprendi a conviver com ela e que eu aprendi a sobreviver em meio a diversas crises.

Assim sendo, eu decidi que é o momento de mostrar todas as experiências, tratamentos, crises e terapias que vivi até hoje e até mesmo as piores situações que passei, como as tentativas de suicídio, que é o pior passo deste problema.

Para isso, gostaria de pedir a sua opinião para saber como abordar melhor o tema e como seria mais fácil chegar até você. São perguntas super rápidas e vai ajudar bastante a eu saber como formular as ideias. 





Agradeço desde já a sua resposta e espero que você curta as próximas matérias sobre o tema.



Até hoje eu recordo os primeiros livros que consegui ler sozinha. O primeiro era de um bonequinho de neve que fugia de seus donos e passava por toda uma cidade até entrar em um laguinho e derreter. O outro era de um menino e seu gato e como os dois mudaram de corpos, e o menino passou a ver a vida pela visão do gato. Sempre penso como lembro das figuras e das palavras naqueles livros e de como aquele mundo me fascinou.

Assim foi como entrei no mundo dos livros, das palavras maravilhosas, das páginas e mais páginas de mundos diferentes. Eu não tinha mais do que oito anos nesta época e sabia desde então que jamais iria querer parar de ler.

O dia 29 de Outubro é um dia que devia ser marcado por um feriado nacional. Sim, um feriado. Uma oportunidade a mais para sentarmos confortavelmente e lermos livros novos ou continuarmos de onde paramos em nossas obras. Ainda me pego pensando como tem pessoas que nunca gostaram de ler e que nunca entenderam o meu espírito de viver pessoas diferentes.

Sabemos que o brasileiro lê menos do que 4 livros por ano e isso para mim é mais do que uma tragédia. A leitura engrandece a alma, o corpo, a mente. As palavras aprendidas viram um repertória infinito e a criatividade e a visão da fantasia muitas vezes se criam na realidade.


Foi com Érico Veríssimo a partir dos meus treze anos de idade que me apaixonei mais ainda. Com sua saga de O Tempo e o Vento eu entendi mais sobre a história do meu Estado e compreendi como a paixão e a devoção a uma história e linguagem conseguem ir mais longe. Érico Veríssimo é meu autor favorito e é para quem eu corro quando preciso lembrar minhas raízes.

E é com a intenção de liberar a imaginação e incentivar as pessoas para lerem mais que a campanha @leiaseja quer comemorar o #dianacionaldolivro fazendo com que algumas personalidades famosas incorporassem personagens famosos. A intenção não é somente incentivar a leitura mas também mostrar que todo o mundo pode criar um círculo de amizades maior e viver fantasias cheias de ação, emoção, drama, distopia!

Aproveite esta ideia e seja engajado nela e mais ainda, divulgue esta ideia!

Através das redes sociais deixe sua mensagem com a hashtag #leiaseja e curta o perfil no Facebook (@leiaseja). Faça parte deste mundo e com certeza você vai entender o quanto é importante ler e viver muitas histórias!