Trinity está com 16 anos e precisou voltar para Nova Orleans após o falecimento de sua avó. Agora mora com sua tia, pois desde quando era apenas um bebê seus pais se envolveram em um grave acidente que a deixaram órfã. A questão é que Trinity não se sente nem um pouco feliz por estar naquele lugar e principalmente por estar em uma nova escola com pessoas que não são nada agradáveis.

Trinity tinha certos problemas que uma adolescente normal também tinha, porém algo nada normal acontecia com ela. Tinha visões em forma de sonhos em que via acontecimentos, fatos meio desconexos que geralmente se concretizavam logo depois, mas que ela mesma não conseguia juntar as peças até que tudo ocorresse. Sua avó sempre dissera para que ela escondesse isso de todos para que ninguém a considerasse maluca e ela isso que ela fazia.

Estar em Nova Orleans era triste, principalmente após o Katrina, que destruiu parte da cidade e muitas pessoas haviam ido embora e milhares de locais estavam abandonados. E foi em um dos locais abandonados que foi com alguns amigos e amigas. Nesta casa havia uma lenda de que um crime havia ocorrido e tudo permanecia vivo por ali.

Chase e sua namorada Jessica, Bethany, Pitre, Amber, Drew e Trinity estavam vasculhando o local. Todos, menos a nova garota da cidade havia ido até lá alguma vez. Quando chegaram a um quarto, o que encontraram foi o sinal de algo muito estranho. De repente tudo mudou. Com uma aposta boba, tudo ficou escuro, todos começaram a correr e Trinity caiu em uma emboscada que não passaria de uma brincadeira boba.

A partir daquele dia, o sumiço de uma das pessoas que estavam entre o grupo culminou em um pesadelo. Ninguém sabia exatamente o que havia acontecido, já que tudo havia sido uma armação. Mas Trinity começou a ter sonhos cada vez mais frequentes e sensações aterradoras do que poderia estar acontecendo de verdade e quando seu desejo era se tornar uma ajuda, acaba se tornando a maior suspeita.

Mais do que isso, quando começa a pesquisar sobre seu passado, descobre que seus sonhos podem ter uma justificativa: estava mesmo louca ou seria algo genético? O tempo começa a se esgotar.



Autora: Ellie James 
Título Original: Shattered Dreams
ISBN: 9788581635439
Páginas: 320
Ano: 2014
Gênero: Ficção /  Drama
Editora: Novo Conceito










Para início desta parte crítica vou começar com um ponto positivo deste livro que foi a capa. Adorei a iniciativa da Novo Conceito em introduzir uma capa mais real para esta história que como é narrada em Nova Orleans na época da tragédia do Katrina, dá uma sensação de perda e isolação. A libélula que consta na capa e nas outras que coloco acima que foram utilizadas em outros países, é algo como uma pista para alguns dos segredos da história e foi estratégico não a terem tirado da capa.

Quando eu vi que a Novo Conceito havia publicado Sonhos Despedaçados e colocado à venda na Livraria Saraiva já fiquei animada. Fiquei pensando em quando receberia meu exemplar de parceria e a chamada abaixo do título "Em algum momento eu teria que dormir", me instigava que a leitura iria levar a algum suspense emocional, um thriller de tirar o fôlego ou algo assim.
Bem, foi no máximo um fraco suspiro o que me causou.

O primeiro capítulo consegue capturar totalmente a atenção. A narrativa dos amigos indo para um local abandonado, com a descrição do caos deixado por toda aquela água que invadiu Nova Orleans e a mistura de escuridão, medo e pânico levam você a imaginar cenas de tensão. E é o ponto central da história, já que é ali que tudo vai começar e que geralmente você pode imaginar que um grupo de adolescentes tentando se aventurar em um local assim não termina muito bem, ao menos em filmes de terror. Terminei o primeiro capítulo já querendo correr para os seguintes.

Então é onde tudo começa a se perder. No momento você tem um suspense sobre algo em uma mão e de outro você começa a ver algo sobrenatural misturado a algo que envolve pouco do contexto real do primeiro capítulo, para a autora poder dar gancho ao passado da personagem principal. 

Se você decorar estas falas:
- Deus!
- Não!
Bem, você vai ter decorado 70% das falas do livro. Não é besteira minha, mas essas duas palavras são usadas tão repetidas que cheguei a cansar.

A história é como se você realmente estivesse em Nova Orleans em meio ás águas do Katrina, você sobe e desce na história e seu estômago certamente vai te enjoar em diversas páginas. Em um momento eu estava em um ponto central e em outro a autora me colocava do outro lado da cidade sem um ponto de ligação e fiquei imaginando que estava dentro de um tornado.

O que gostei foi a forma como ela descreve a realidade da cidade com a tragédia. Isso me fez pesquisar um pouco mais sobre, mas foi só. Os personagens são pouco explorados, mas o sobrenatural é, mesmo que de forma tortuosa, bem elaborado.

Agora, quando chega-se ao resultado final, a tragédia realmente fica completa! É como que se para o livro ficar melhor você devesse arrancar as últimas páginas e não ver o resultado. Nunca vou entender como a autora conseguiu estruturar uma história completa e no final terminar como se eu estivesse em outro livro com outras pessoas. É neste ponto que deduzi que ela própria despedaçou seus sonhos em ter publicado esta obra da forma que o fez.


















Oi, gente! 
Feliz Ano Novo meio atrasadinho mas antes tarde do que nunca, certo? :)
Como este é o primeiro post do ano, quero deixar as cinco melhores leituras que eu tive no ano de 2014. Vamos ver como foi?


Não há como negar que sou apaixonada por este livro e espero que pela saga inteira. Ken Follett me conquistou completamente com uma bela narrativa da história e com a facilidade com que sua escrita envolve. Um livro perfeito.



Eu demorei para ler este livro de Emily Giffin, mas depois que o fiz ele mudou um pouco de mim. Ame o que é seu parece que tem um pouco de mim e a mensagem que traz em suas páginas me fez corar e perceber o quanto é importante dar valor ao que você ao seu lado.


Querida Sue tem um romantismo e uma dor profunda de quem ama e precisou se separar por diversos motivos. A bela utilização das cartas como comunicação deram a esta obra a delicadeza e a criatividade que a autora sobre utilizar lindamente.


Se a amizade pode ser eterna, acredito que esta obra da maravilhosa Kristin Hannah saiba descrever perfeitamente como isso funciona. Juntamente com sua primeira obra Amigas para Sempre da editora Arqueiro, a história mostra como o início e a conclusão de uma amizade pode envolver todo o esforço de uma vida.


Outlander foi uma grande surpresa para mim que não conhecia todas as obras da autora. Uma imersão pela Escócia e pelas batalhas de séculos passados me conquistaram completamente e me fazem querer chegar até o fim da saga para ver como Claire e Jamie vão conviver ao longo deste tempo.


Lógico que tem muito mais obra que eu colocaria aqui, mas eu não terminaria minha lista nunca mais.

Li um total de 87 livros e espero que consiga superar esta marca este ano, apesar que muitos livros foram bem grossos e tive bastante tempo para ler.

E vocês, como acabaram o ano?








Oi, gente! Essa semana recebi direto da Impala a coleção de verão que tem como garota propaganda a Isis Valverde. Na verdade a Isis já vêm sendo há algum tempo uma inspiração para coleções da marca e eu já tinha também feito um post sobre outra coleção por aqui. E como o blog é sobre livros, sempre faço uma interação sobre a cor e um livro que eu acredito que  tenha a ver com a emoção e o sentimento.


Vocês podem ver que esta coleção é super verão e como sempre chega com nomes que a femininos para homenagear as mulheres brasileiras. São todas as cores cremosas e o branco tem acabamento fosco, mas confesso que não vi muita diferença na hora do teste. Todos eles eu passei duas camadas e é super fácil de aplicar e a cor pega rápido.

Da esquerda para a direita as cores são: 

Bianca: Laranja Neon
Andreia: Amarelo
Camila: Branco Fosco
Bruna: Rosa
Cláudia: Marrom 


O tom laranja neon combina muito com a personagem de Melina, que é espevitada e meio maluquinha. Ela gosta de inovar e ama praia e o verão do Rio de janeiro.



O tom amarelo já dá para ver nesta capa do segundo volume de Outlander - a Libélula no Âmbar. Recordo da descrição dos campos verdes da Escócia e do amanhecer que Claire e Jamie sempre descrevem.



O branco fosco me recorda do Minta que me Ama já que a história é narrada na época de Natal lá na Irlanda e nesta época a neve está sempre presente. Então os floquinhos de neve com certeza deixam a lembrança da cor Camila para mim.



Ah, e tem como negar que a Laurel e o Delaney estão lindos nesta obra da Nora? A cor rosa me lembrou dela no momento em que ela fica sempre escolhendo os recheios dos bolos e (que fome) sempre tem milhares de variedades em mente.



Quem leu Queda de Gigantes sabe como é difícil muitos momentos na narrativa. Quem não leu eu indico muito esta leitura pelo fato de narrar muito o passar de vários momentos do início do século até o início dos anos 20. E com tudo isto, a cor marrom é escolhida pelo seu teor sombrio e também pela discrição que serve para diversos momentos.


E então? Gostaram do post?
Indicam algum livro para uma cor específica?
Eu gostei muito da cor marrom e da amarela. Sou bem eclética em cores, da mesma forma que na leitura! :)








Gente! Como passou rápido este ano, hein? Pelo menos eu vi passar como se fosse eu correndo na praia. Ah, brincadeira, eu mal consigo caminhar sem perder o fôlego. Imagina correr? Mas o que a Harlequin traz para janeiro do novo ano sim é de perder o fôlego. Quer ver?

AMOR DELICADO - SUSAN MALLERY





NOIVA DE MOMENTO - JEANNE BANKS




AMANTES - LESLIE KELLY



E não pense que é somente isto! Tem ainda os títulos abaixo:



Dá para sentir amor, paixão e muita coisa boa só de olhar as capas, né?

A capa de Noiva de Momento é poderosa e estou sempre dizendo que a Harlequin vem investindo direto nas capas.

Se você quiser pode ver mais títulos nas novidades de janeiro clicando aqui ou indo direto no site da Harlequin.

E também pode conferir o primeiro capítulo de Noites Quentes de Verão - Grécia! aqui ao lado no blog!








Oi leitores e leitoras!

Vim trazer o resultado para vem quem levará os três livros da Harlequin denominado Os Hudson de Beverly Hills!

E a vencedora é:

MERI CÔRREA



Parabéns!

Vou enviar um e-mail para a vencedora que terá até o dia 31/12 para responder, caso contrário será feito novo sorteio.

E logo mais será iniciado um novo sorteio!

Obrigada a todos que participaram!




Coldwater é uma cidade de cerca de quatro mil habitantes do estado de Michigan. É tão pequena e fria que as pessoas estão acostumadas a conhecer sobre todos os habitantes e tudo o que a vida as reserva. Mas em uma semana normal, a vida de algumas delas estava para mudar para sempre.

Tess Rafferty é diretora de uma creche e é muito apegada nas crianças. Perdeu sua mãe depois que o Alzhreimer a fez voltar no tempo e não deixar que mãe e filha aproveitassem o pouco tempo que as restavam juntas. 

Katherine Yellin é uma corretora de imóveis que já fora casada, tivera filhos e agora morava sozinha novamente, após seu marido tê-la deixado sem nada. Somente podia contar com sua querida irmã, que falecera de um aneurisma, deixando um vazio imenso no coração de Katherine.

Jack Sellers não era diferente. Delegado na pequena cidadezinha, não conseguiu fazer seu casamento continuar vivo com Doreen após a perda de seu amado filho no Afeganistão. Os dias passavam como um torpor e a saudade era tanta que imaginava o dia em que poderia ver seu filho novamente.

E o telefone deles naquela semana tocou. Parecia uma piada. Mas não para eles. A voz falava sobre o céu, sobre um lugar de paz, com a voz dos entes queridos, relembrando momentos e fazendo o coração dos que ficarão se encher de alegria e de esperança. Afinal, acreditavam demais em Deus e sabiam que um dia seriam amparados. Mas os telefonemas não pararam. Depois que começaram, aconteciam todas as semanas; eram curtos, mas honestos. Pareciam realmente do além.

Aos poucos mais pessoas começaram a receber os telefonemas e a cidade de Coldwater balançou o mundo. Milagres estariam acontecendo? Não havia nenhum telefone para ligar de volta, nada como prova, mas aos poucos a pequena cidade se tornou um local tão famoso que ficaria lotado de pessoas que desejavam alcançar o mesmo milagre.

Menos Sully. O ex oficial da aeronáutica acreditava que as coisas não passavam de um belo trote de alguém. Estava traumatizado por ter sido enganado há anos atrás quando fazia um pouso e seu avião acabou destruído e ele sendo preso e culpado pelo acontecido quando era totalmente inocente. Neste mesmo tempo sua esposa falecera e agora seu filho de 7 anos também desejava falar com sua mãe.

O caos, a esperança, a solidão, o amor e a amizade se unem em uma cidade que acredita estar sendo tocada por Deus. As provas são as vozes que chegam a todos os momentos. Mas alguém precisa entender tudo isso para aceitar a dor das perdas. Talvez certos milagres tenham motivos para acontecerem ou talvez alguém una as pessoas por um motivo bem maior.



Autor: Mitch Albom
Título Original: The First Phone Call From Heaven
ISBN: 9788580413496
Páginas: 288
Ano: 2014
Gênero: Ficção /  Drama
Editora: Arqueiro









Parece complicado pensar numa história pela capa do livro e pelo seu título. Sua sinopse também dá a entender que o livro é algo mais voltado a uma função religiosa do que a uma história mais dramática e era este o meu receio. Não que a questão da religião possa afetar e perder seu encanto, mas acredito que quando uma obra é lançada, desejo que não tente colocar ideias forçadas na mente do leitor.

De início fui me apegando a história conhecendo um pouco sobre cada personagem, já que são feitos por capítulos curtinhos e com um pouco de cada pessoa da cidade. Não posso negar que a fé é algo bastante descrito no livro, mas não de uma forma chata ou forçada e sim expondo o lado dos personagens e em como cada um acredita que pode fazer a diferença para si.

Quando os telefonemas surgem o pensamento que fica é se tudo é uma realidade ou uma farsa imposta que vai sendo narrado ao longo da história mas o que é mais crucial é o que realmente acontece com a ação e reação dos acontecimentos. O autor consegue vislumbrar a euforia e a obsessão das pessoas em relação ao acontecimento do milagre dos telefonemas e o que isto traz de bom e de ruim. 

O interior de cada personagem, em relação ao sentimento da dor da perda, da necessidade de exposição, da necessidade de mostrar a verdade é o que mais gostei, pois são nestes momentos que as pessoas mostram o verdadeiro eu. A linda esperança que toma conta da vida de várias pessoas me fez perceber que nos apegamos em tantas coisas para poder alcançar muitos objetivos e que isso pode ser algo vital e necessário na vida das pessoas.

A diagramação é perfeita, sem erros e com uma capa totalmente coerente com o texto. Uma história que até a metade do livro se segue normal, mas que depois vai surpreendendo cada vez mais pela beleza e pelo desejo de que tudo dê certo.

Ninguém consegue aceitar uma perda e sempre deseja que o tempo volte. Mas quando muitas coisas se tornam impossíveis, o amor e a amizade é o que sobra desde que continuamos a olhar para o lado e perceber que somos rodeados de felicidade.














Jenny está na fase dos trinta anos, mora sozinha, é solteira, tem um trabalho em um banco com uma chefe cruel e ainda não sabe o que realmente quer de sua vida. Sua beleza é sempre posta à prova pela quantidade exorbitante de maquiagem que usa e o relacionamento que tem com sua mãe não é dos melhores. Mas isso é toda a realidade que ela pode contar para si.

Para os outros do mundo virtual, a realidade é bem diferente. Jenny é viciada no Twitter e passa o tempo todo conversando com muitas pessoas de diversos lugares do mundo. Apesar de ter alguns colegas, somente pode contar com duas melhores amigas, sendo que uma delas enfrenta a fase cansativa de ser mãe de duas meninas bem ativas.

Jenny conversa mais com Fiona, a mãe de um menino de quatro anos, que tem uma vida confortável ao lado do marido e um casamento amoroso; Zahra que é maquiadora profissional de celebridades e muito rica e ainda Kerry que é enfermeira e trabalha quase o tempo todo e, quando não está no trabalho, está conversando com as meninas.

Tom é um doa colegas de Jenny do banco e demonstra um interesse além de amizade pela mulher. Aos poucos um encontro vai surgindo e uma afeição vai nascendo entre eles. Isso é quando Jenny resolve convidar as suas grandes amigas virtuais a virem passar um final de semana em sua casa para celebrar a amizade antes do Natal. Todas moram em cidades próximas e seria fácil chegar até ali. Como poderia ser emocionante poder conhecer todas?

Com o convite aceito começa toda a louca aventura de Jenny. Apesar de sua vida ser bem diferente do que conta via tuites, ela deseja mais do que nunca conhecer as grandes amigas que sempre a ajudam em momentos de estresse, de tristezas e afins e assim unir ainda mais o grupo.

O que Jenny não contava é que sua realidade talvez não fosse tão estranha assim. Unir pessoas pode parecer fácil, mas para Jenny pode ser um pesadelo sem fim. Quando Tom e sua mãe resolvem interferir em seus planos, o desejo de Jenny de ter um Natal cheio de alegria e amor pode nunca mais chegar.


Autora: Maria Duffy
Título Original: Any Dream Will Do
ISBN: 9788581636597
Páginas: 384
Ano: 2014
Gênero: Ficção /  Romance
Editora: Novo Conceito








Tenho absoluta certeza de que quando a autora precisou buscar algum tipo de inspiração para a personagem ela deve ter pesquisado com algumas palavras mágicas no Google e caiu no meu perfil do Facebook. Só pode ter sido isto! Sim, é sério! Parece piada mas quando comecei a ler o livro e ver como Jenny era na vida real e como ela tinha todo o seu jeito de ser e suas questões eu fiquei pensando em como poderia ser tão parecida comigo. Foi cômica a situação.

Por um lado você fica desejando sempre se parecer com um personagem de conto de fadas, que parte com um cavaleiro em um cavalo branco. E a vida real? Bom, a minha está em Minta que me Ama. Aliás, acredito que muitas pessoas vão achar que estão descritas neste livro.

Maria Duffy talvez tenha tentado uma tática nesta história, que acabou indo totalmente a outro sentido. Inicialmente há aquela mensagem natalina, em que a personagem se mostra triste com a época e tudo o mais, mas acredito que o que realmente foca no livro é em como as pessoas se jogam em redes sociais e se entregam a isso. Livros já escritos desta forma? Sim! De forma cômica e realista? Bem, esta é a questão.

O interessante da narrativa da autora está em retratar um personagem que tem suas dores internas e que em um outro mundo se mostra diferente mas de que qualquer maneira quer trazer aquelas amizades para a realidade. Até mesmo você leitor, quantas vezes já não desejou conhecer amigos virtuais pessoalmente? A boa jogada da história é esta: trazer à tona pessoas que até então se mostravam de uma forma e como Jenny, contavam uma história.

Você pode pensar que é um livro bobo mas o caminho a ser seguido pela personagem é de uma demonstração de maturidade, onde ela consegue perceber que a dificuldade da vida está mais longe do que ela imagina e assim a mensagem da autora sobre o amor e a amizade se esclarece completamente.

Minta que me Ama mostra que o tempo é precioso demais para se perder com banalidades e apegar-se a algo ou alguém não significa perder, e sim construir.

Afinal, você sabe realmente quem está do outro lado da tela?