Delaney Shaw é uma mulher decidida. Ao menos deveria ser aos 29 anos, com sua aparência esbelta, o corpo mais maduro, os cabelos em tons avermelhados e com olhos que chama bastante a atenção. Contudo não foi o que demonstrou ao retornar para o enterro de seu padrasto na cidade de Truly.

Truly é o tipo de cidade onde não há muitos estabelecimentos e, consequentemente, poucos habitantes. Desta forma, todo mundo acaba sabendo de tudo. Seu padrasto fora o prefeito daquela cidade por muitos anos e era aclamado e amado, mas Delaney o decepcionara demais e já fazia anos que não voltava para casa.

Quando sua mãe, Gwen, conheceu Henry Shaw, elas moravam em um lugar decadente, sendo que a pequena Delaney conheceu uma vida melhor a partir de seus 6 anos de idade, com seus cachos dourados e seu jeito inocente. Mal sabia que naquela época, Henry já tinha um filho que teimava em não reconhecer e que logo se tornaria um grande problema para ele.

Nick Allegrezza é filho de Benita. Uma mulher latina que perdera o marido em um acidente trágico e que em um acesso de carência foi convencida por Henry a entregar-se a um momento de paixão. A partir deste ponto, Nick não conseguiu convencer ninguém de que Henry era seu pai e a amargura de sua mãe só cresceria. Vivia agora em uma grande mansão na cidade, conseguida com seus próprios esforços em um empreendimento com seu irmão Louie.

Delaney não podia ver a hora de voltar a Phoenyx onde agora residia. Era cabeleireira e seu sonho era ter um grande salão para colocar em prática tudo o que aprendeu até então. Mas havia o testamento de seu padrasto para ser lido e após isto correria o máximo que pudesse para fora da cidade,

Aos 18 anos, Delaney se envolveu com Nick Allegrezza. O momento trágico que ela tanto desejava esquecer. Aquele homem, que naquela época estava com 22 anos transformou sua vida em um caos e então ela precisou fugir e ela não desejava mais se encontrar com ele, principalmente naquela cidadezinha minúscula.

Porém, o advogado foi direto ao ler o testamento. Ela precisaria ficar na cidade por um período de um ano para cuidar de sua mãe para ter direito a todos os seus bens e pior que isso, Nick Allegrezza precisaria ficar longe dela para ter direito aos seus. Enfim seu pai havia o reconhecido.

O que eles não contavam era com a súbita atração que os ligavam e os momentos que fazia com que se chocassem a todo instante. Algo uniu o destino, porém para a força terá que ser maior para separá-los.




Autora: Rachel Gibson
Título Original: Truly Madly Yours
ISBN: 9788563420282
Páginas: 343
Ano: 2012 - 2014 6ª Edição
Gênero: Ficção / Romance
Editora: Jardim dos Livros







 


Olha, eu demorei um certo tempo para ler os livros da Rachel. Os livros não, o livro. Até o momento só li este. Eu entrava no site da Saraiva que é onde sempre compro meus livros (sem preconceitos, mas sim porque gosto) e olhando as opções um dia achei este em promoção e não resisti. Pela capa não chamava muito a atenção. Pensava que seria um romance adolescente, uma coisa meiga e fofa, com animais de estimação e uma ou outra coisa a mais. Bem, não foge tanto assim.

Ainda não li outro livro da Rachel Gibson para poder fazer uma comparação, mas já comprei mais dois, então logo vou poder verificar a veracidade sobre o amadurecimento ou não da sua escrita. A história em si é bastante simples e para quem curte algo leve e sem muito enrolação este é o negócio da autora. 

O desenvolvimento está entre os personagens de Delaney e Nick. Delaney é a fadada garota que teve seu coração quebrado no passado e que agora tem um certo tipo de receio em se envolver com algumas pessoas, mas a característica que é demonstrada no livro é que Delaney se deixa envolver muito facilmente. Já Nick é o tipo durão, rebelde e que não perde tempo com as coisas, jogando sujo em diversos atos.

Certos momentos os personagens me cansavam porque Nick era chato demais e rebelde sem causa exageradamente e a Delany era toda bobinha, o que transforma a história em um caso repetitivo. Poxa, eu pensava: "Ou vai esse troço ou termina de uma vez!" Mas a autora enrola, e enrola e enrola. Talvez isto vanglorie a sua fama já que o livro está na sua 6ª edição, mas precisei respirar muito na leitura.

Outra coisa que não imagina é que houvessem cenas mais quentes. Cenas mais eróticas e até penso que isso traz um pouco mais de sal para os livros. Não são pesadas, mas acontecem. Imaginava que pegaria o livro, teria algo calmo e em ritmo leve e me deparei com as cenas. Não é um ponto negativo, contudo, porque são curtas e levam ao foco principal do livro. Porém se você já estiver um pouco cansada deste gênero como eu, vai ser meio chato.

Na verdade, a história poderia ter sido mais curta. A autora adicionou personagens e momentos para dar uma entonação melhor e para mostrar um convívio racional entre todos, mas alguns foram tão desnecessários que podem passar despercebidos. 

Um resumo: Livro leve, romance leve e final "bonitinho". Boa pedida! 








Sei que você vai achar este post engraçado, mas conforme você vai lendo vai entender que certas coisas depois de vistas, colocam medo na gente. Livros de uma certa forma podem causar um efeito menor, mas depois que você assiste a um filme....



Jason - Sexta-Feira 13

Não gosto de acampar. O fato de eu crescer assistindo filmes de alguém que anda atrás de outras pessoas enquanto elas fazem tudo o possível para fugir não foi nada legal. Principalmente quando você pode correr a mais de 120 km com o carro e quando parar, o Jason estará logo atrás de você. É impossível fugir dele, ao menos que você seja a mocinha do filme.



A Bruxa de Blair

Não ando mais na mata se souber que pode ter alguém morando por lá e que ela seja assombrada. 
Isso é mais do que verdade. Em primeiro eu nunca gostei de andar no meio do mato e em segundo não ando onde não conheço e não curto fazer trilhas. 
Se você assistiu A Bruxa de Blair e não sentiu medo, parabéns! Este filme começou com aquela história de filmes com a câmera solta e eu fiquei sem dormir por alguns dias, mesmo sabendo que não tinha uma bruxa por perto. 



Poltergeist

Lembra da menina que é levada por um espírito quando a televisão está no modo de chiado? E quando ele fazia as coisas ficarem voando? E pintava as paredes? E não é nem perto a época do O Chamado. Este ainda é dos anos 80. Deste este tempo eu não coloco mais a televisão em um canal que fique desta forma porque fico pensando que vai sair alguém de lá e me puxar. Gente, eu praticamente chorei com este filme. Quem nunca?



O Grito

Caramba! Este eu tenho uma péssima experiência. Quando assisti pela primeira vez eu realmente fiquei impressionada. A história é bastante traumatizando, mas muito mais do que isto é ter aquele guri com aquele grito aterrorizante e aquela mulher toda torta. Quem entra na casa não vai ter chance de viver. Mas o pior é que há uma cena em que a pessoa entra em uma escadaria de um prédio ou hospital, agora não recordo exatamente e então falta luz e vem aquela mulher rastejando... gente, preciso dizer: houve um dia que eu estava saindo do trabalho e era em um prédio, no sexto andar. Faltou luz. Nada de elevador e eu precisaria ir pelas escadas. Já estava escuro e eu só tinha a luz do meu celular. Não havia ainda as luzes de emergência. Naquele dia, eu chorei. Liguei para minha mãe para que eu pudesse descer as escadas com alguém ao telefone. Sim, nunca mais pego escadas no escuro!



Freddy Krueger - A Hora do Pesadelo

Sei que agora não parece apavorante, mas um dia foi e muito. Eu tinha muito medo do Freddy e porque quando as pessoas dormiam, ele entrava nos sonhos e tornavam o maior temor delas verdade. E depois que você assistia a um filme, você tinha medo de piscar os olhos e achar que já estava dormindo e ele aparecer. Até o dia em que eu sonhei com ele. Depois deste dia, desisti de assistir aos filmes até que chegasse na fase adulta. Sim, eu era criança quando via isto.



Atividade Paranormal

Muitos acham este filme uma baboseira. Mas eu já penso bem diferente. Primeiro eu tenho pavor de pensar em deixar algo filmando e ver que eu andei perambulando pela casa e que nem sequer lembrava disto. Segundo porque um dia, minha irmã acordou e foi para o meu quarto e para não me acordar, ficou de pé ao lado da minha cama me olhando. Ela tinha em torno de uns 4 anos. Imagina o que é acordar e dar de cara com um ser te olhando, de pé sem falar nada? Você vai pensar duas vezes antes de achar que é brincadeirinha!


Gente, eu adoro filmes de terror. É meu gênero favorito. Mesmo que depois eu fique horas sem dormir ou fique com medo de alguma coisa. E fico com medo mesmo. Gosto de todo o suspense em volta deles. Os filmes que citei aqui são antigos e alguns você pode nem ter assistido, mas logo volto com muitos outros!

E você, tem medo de algo por causa de algum filme?












Alessandra tinha apenas 15 anos quando precisou encarar uma grande tragédia. Não que esperasse que tudo se resolvesse em um piscar de olhos, mas quando ouviu de sua mãe que estava doente, perdeu-se em seus pensamentos e de repente o mundo parou. Descobrir que sua grande companheira, de apenas 38 anos estava com câncer, era como saber que o fim do mundo estava chegando.

E foi basicamente assim que viveu durante os dois anos seguintes: entre a dor e a luta. Sabia que sua mãe fazia de tudo para não demonstrar a dor que sentia para sua filha e sua mãe, avó de Alessandra. Mas o definhar de suas feições era notável e a despedida de Alessandra foi dura quando pega de surpresa um dia na escola. 

A partir deste momento decidira que se isolaria. Não queria mais abraços e as famosas palavras de lamentações de amigos e amigas que muitas vezes não passavam de lamúrias falsas. Não queria ter que dar explicações de como era ser pega sozinha e chorando a falta de sua mãe durante a noite.

Foi então que Alessandra decidira se juntar ao famoso Zero. Zero nada mais era do que Gabriel Righi, o "garoto problema" de sua classe, que não conversava com ninguém e que também não demonstrava nenhum tipo de simpatia. Simplesmente chegava e saia com seu habitual humor duro. Sabia-se que sua família era bastante problemática; sua mãe trabalhava muito e seu padrasto era bebia mais do que o permitido, o que fazia Zero nunca querer voltar para casa.

No dia em que Alessandra sentou-se ao lado de Zero, a classe inteira considerou que ela estava enlouquecendo pela morte de sua mãe. Sua melhor amiga Sônia tentou persuadi-la, porém sem nenhum ganho. Assim, Alessandra virou Zeta, a companheira de Zero.

Aos poucos, a habilidade de Alessandra foi ganhando pontos com Gabriel e um mundo de cores cinzentas foi surgindo para duas pessoas que não viam nada além do que a tristeza para seus futuros.

Alessandra tinha sua avó, mas a dor não era algo que podia ser compartilhada. Ambas sabiam o que havia sido perdido e a vida teria que tratar tudo de uma forma racional. Gabriel não via um futuro além do que um prédio em obras poderia oferecer e então, talvez juntos, os dois pudessem resolver as dores mais profundas e seus maiores medos.


Autora: Paola Predicatori
Título Original: Il Mio Inverno a Zerolandia
ISBN: 9788581052243
Páginas: 182
Ano: 2014
Gênero: Ficção / Romance
Editora: Suma de Letras











Não vou ser injusta ao dizer que para a escolha deste livro eu tenha escolhido-o inicialmente pela sinopse. Obviamente o livro me encantou pela capa. Sabe quando você olha uma capa e a sensação corporal acaba sendo levada junto? Foi o que aconteceu comigo. Li o livro no inverno da minha cidade que fica no Rio Grande do Sul e com os trechos passados em momentos mais rígidos, a sensação acaba te colocando mais perto ainda da narrativa.

A autora, por ser seu primeiro romance, parece ter acertado em alguns parâmetros. Ao menos o que indica na parcela de sentimentalismo e dramaticidade. A narrativa sobre a perda de sua mãe é bastante sutil em um ou dois capítulos, mas se estende pelos momentos e sentimentos da personagem principal ao longo do livro. A lembrança imperativa sobre momentos da infância e adolescência entre mãe e filha gera um conflito interno de dor que faz com que o leitor crie uma simpatia gigantesca pela adolescente pois a autora o faz com tanta veracidade e mágica que parece estar externando os próprios sentimentos.

A junção de um personagem masculino "rebelde" pode ter sido uma divisão de águas. Os capítulos se tornam um pouco mais movimentados mas a história acaba sendo maltratada com o famoso "Zero". Não que não fosse uma ótima ideia. Acredito que o sentido que a autora criou foi bem concedido, mas a trama estava tão naturalmente criada e sentida pela personagem que ter o Gabriel na história foi como ter um intruso em cena. É como se a história precisasse. de um balanço para fluir e não creio que seja verdade.

Também pode ter outra questão. Se a narrativa fosse feita somente entre as lamentações da personagem, talvez ficasse monótona demais. Assim, cruzando entre o realismo da dor e a rebeldia do garoto, dois mundos diferentes criaram uma certa vantagem. Nada dura para sempre e nada é eterno que não possa ser modificado.

Um livro esperançoso e bem escrito. Capítulos entrelaçados com a narração da personagem sobre sua mãe em que parece que está escrevendo em um diário e outros em que parece estar conversando consigo mesma. Parece que é um passado presente, por assim dizer.

Bonito, leve e descontraído. 












Outubro é o mês de aniversário do Livreando e como amamos uma boa festa, resolvemos comemorar 1 ano do blog em grande estilo. Serão dois meses de promoções onde quem sairá ganhando muitos prêmios nessa festa será você!

Blogs participantes desta promoção:
A Prateleira - Blogando Livros - Clube das 6 - Destinos Opostos - Entre Vírgulas - Estante Jovem - Fantasiando com os Livros - Garota e Seus Livros - Garotas Literais - GeraçãoLeitura.com - Livros e Algo Mais - Livros e Clichês - Livro Lab - Livros e Cores - Livroterapias - Na Próxima Página - Os Literatos - The Queen's Castle.

Então, não fique de fora e venha conosco comemorar! Você é o nosso convidado especial.

Regras:


  • Residir em território brasileiro;

  • Comentar nesse post seu nome de seguidor e um e-mail válido para contato;

  • Período de inscrição para a promoção será de 01/09/2014 a 01/10/2014;

  • O vencedor terá até 72 horas para entrar em contato com os blogs parceiros. Caso não haja esse contato, será sorteado um novo vencedor;

  • O prazo de envio dos prêmios será de 60 dias após a divulgação do resultado;

  • Cada blog participante da promoção será responsável pelo envio do seu respectivo prêmio, ou seja, os prêmios chegarão individualmente e em prazos diferentes;

  • Cada kit terá apenas 1 ganhador;

  • O resultado será divulgado em até 07 dias após o término das inscrições neste mesmo post;

  • Nenhum blog tem qualquer responsabilidade por extravio ou perda por conta dos Correios;

  • Para se inscrever é necessário preencher corretamente as entradas no formulário do Rafflecopter. Se no dia do resultado o vencedor não estiver ativo (seguindo as opções de entrada), será realizado novo sorteio.








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    Boa sorte!





    E aí pessoal!

    Sempre faço o post de resultado dos sorteios curtinho porque não vamos enrolar algo simples, certo?

    Gosto de agradecer aos que participaram e também à Editora Harlequin por fornecer os livros e pela parceria aqui com o Blogando Livros!

    E vamos ver quem ganhou?

    Kathy Kristine



    Parabéns Kathy!
    Você tem até quinta-feira para enviar seus dados ou será feito um novo sorteio!

    E logo chegará um novinho para vocês! Aliás, vou colocar dois no ar! Fiquem ligados!




    Vamos mais um mês começar a conhecer os lançamentos da Harlequin?
    Desta vez vão ter novas aventuras e ainda vai ter o término da saga de uma autora querida demais: Nora Roberts. E quem esteve na Bienal foi conhecer um pouco mais sobre todas as novidades?
    Mesmo assim, olha aí abaixo o que tem de bom em Setembro:


    NOIVA REBELDE - LYNNE GRAHAM

    Após a morte de seu pai, Cristo Ravelli recebe uma herança indesejada: irmãos ilegítimos.
    Para preservar o nome da família, Cristo precisa da ajuda da linda Belle Brophy, guardiã das crianças.


    UM BEIJO A MAIS - KATE HEWITT
    Sob as luzes do palco, o ar de fragilidade e o talento virtuoso de Abigail Summers ao piano deixaram o conde francês Jean-Luc Toussaint hipnotizado. Ela pensou que seria sempre mimada, mas em vez disso, Abigail se viu abandonada, grávida e com esperança de que Jean-Luc viesse correndo em seu auxílio… 

    JURAS SECRETAS - KIM LAWRENCE
    Dervla não aceitou ser apenas amante do bilionário Gianfranco, então ele a tornou sua esposa. Entretanto, impôs uma condição: não teriam filhos. Mas após um ano de felicidade conjugal, Dervla carregava um segredo. Ela estava grávida de seu marido!  

     LUXO E SEDUÇÃO - LARA CRAVEN
    Rhianna Carlow teve uma infância solitária na Cornuália, assombrada pela grandeza de Penvarnon House, onde era a indesejada sobrinha da arrumadeira. Agora ela está de volta, e atraindo a atenção do milionário Diaz Penvarnon. Arrogante e dominador, ele rapta Rhianna para mantê-la longe da casa e também destruir sua inocência! 


    POSSUÍDA - JO LEIGH

    Parte socialite, parte poderosa executiva, Rebecca Thorpe não está à procura do homem certo para toda a vida. O que ela realmente quer é o parceiro certo para um momento casual e intenso. Ao ver o perfil do ex-policial Jake Donnelly, ela sabe que encontrou quem queria. 
    Jake é gostoso, tem charme, e o mais importante: não está à procura de nada sério. 
    Mas quando o encontro se torna quente de verdade, Rebecca questiona se apenas uma pequena prova dessa tentação será suficiente. Se ela der a cartada certa, talvez consiga mais… até mesmo fisgá-lo!


    O CAMPEÃO DE LADY ISOBEL - CAROL TOWNEND

    Durante os longos anos no convento esperando por seu prometido, lady Isobel de Turenne transformou o Conde D‘ Aveyron em uma fantasia – o homem que iria resgatá-la, protegê-la e amá-la. Mas quando finalmente retorna para buscar sua noiva, Isobel percebe que ele é uma pessoa de contradições, e que esconde seus desejos mais obscuros. 
    Assustada por ter vivido tantos anos reclusa, mas desesperada para usufruir de sua liberdade, Isobel deve descobrir se é somente o dever que prende o conde a este casamento, ou se ele é realmente o marido de seus sonhos.


    E AINDA CHEGAM MAIS AS NOVIDADES COM CAPAS DE ARRASAR CORAÇÕES:


    Mas estas não são as únicas novidades! 
    Você pode curtir aqui ao lado, no blog, os capítulos de Brincando com Fogo e As Irmãs LaBlanc!

    Corra para a banca mais próxima ou para o site da Harlequin e peça já o seu exemplar e depois vem aqui contar as novidades!








    Victoria McQueen tinha 8 anos de idade quando ganhou de seus pais uma bicicleta Raleigh novinha. Era maior que ela, mas sua empolgação não deixava isso ser percebido por ninguém. A bicicleta rosa rodava pela cidade de Haverhill em Massachussetts e fazia a Pirralha, como era chamada por seu pai, descobrir novos caminhos. 

    Um dia, Vic precisou sair de casa após ver seus pais brigando por causa de uma pulseira que sua mãe perdera e ali, Vic ficou assustada por ver que seus pais poderiam se separar e ela não queria isto. Então pegou sua bicicleta e começou a andar pela floresta em direção ao rio com toda a velocidade, desejando poder encontrar a pulseira de sua mãe. Foi aí que Vic encontrou algo estranho. Uma ponte antes nunca vista e que na inscrição da parede mostrava o nome do lugar em que ela recém havia voltado de férias. Ao atravessar a ponte, Vic saiu em New Hampshire, muitos quilômetros de onde morava e encontrou a pulseira de sua mãe. A partir daí, O Atalho como seria chamado, era utilizado pela garota para encontrar o que ela desejasse.

    Charlie Manx estava velho. Não o tipo de velhice que era notada. Na verdade ninguém percebia sua idade muito avançada, já que ser um vampiro lhe dava muitos anos de juventude. Andar por aí selecionando crianças para levá-las à Terra do Natal era o mais precioso que ele podia fazer. Crianças que viveriam para sempre e onde nenhuma tristeza existia. Um lugar onde todos os dias era o dia do Natal. Utilizava seu Rolls-Royce de 1938, denominado O Espectro, para levar as crianças para a felicidade, mas só podia levar uma por ano, para garantir que elas fossem felizes para sempre.

    Com o passar dos anos, Vic utilizou O Atalho para encontrar diversos objetos, mas sempre que voltava duvidava do que realmente acontecia, até que colocava na cabeça que tudo não passava de uma alucinação. Aos 13 anos de idade decidiu que usaria a ponte para encontrar alguém que pudesse ajudar a fazê-la acreditar no que acontecia. Foi então que encontrou Maggie Leigh, uma bibliotecária que possuía um dom parecido com o de Vic, em que utilizava as palavras cruzadas para descobrir o futuro. Foi neste momento que Vic foi alertada que Manx estaria perto dela e que ela deveria fugir o mais rapidamente possível, pois ele era perigoso e quem caia em seus braços, jamais fugia.

    Mas Vic não ouviu 4 anos mais tarde foi de encontro ao lunático Manx, direto na Casa Sino. Lá encontrou com Manx e descobriu que o maior terror que poderia ter imaginado realmente existia. Ao descobrir O Atalho, Manx primeiramente o fechou jogando a bicicleta de Vic e depois a perseguiu. Mas Vic após muito sofrer, foi a primeira pessoa a conseguir fugir dele.

    Após o pesadelo ter passado, Vic casou-se com o seu salvador Louis Carmody, com quem teve um filho, Wayne. Tudo parecia tranquilo até Vic começar a receber ligações das crianças direto da Terra do Natal. Mas os telefones tocavam somente para ela. Ninguém mais os ouvia. E foi aí que Vic começou a surtar. Após diversas internações, Vic foi morar sozinha já que sua separação fez com que seu filho ficasse com seu marido.

    Quando Vic decidira passar as férias com seu filho no lago Winnipesaukee, sua vida começou a ter sentido novamente. Foi na casa alugada que ela encontrou uma moto Triumph e através dela que encontrou novamente O Atalho. Mas também foi por causa dela que Charlie Manx conseguiu capturar seu filho e quase a matar, agora com a ajuda de um segurança fascinado pelo vampiro.

    O que o futuro reservava nem Vic sabia. O que ela sabia era que, após conseguir fugir pela primeira vez, diversas crianças que haviam desaparecido junto com suas mães, tinham sido sequestradas por Manx. Suas mães foram mortas e as crianças levadas para a Terra do Natal. Ela sabia no que as crianças se tornavam: frias, sem sangue, com dentes em forma de anzóis. Precisava correr para encontrar seu filho. O único problema seria que alguém teria que ficar para trás...


    Autor: Joe Hill
    Título Original: NOS4A2
    ISBN: 9788580412970
    Páginas: 624
    Ano: 2014
    Gênero: Ficção / Terror
    Editora: Arqueiro








    Seria frustrante dizer que até este livro eu não sabia quem era Joe Hill. Sim, é verdade. Apesar de ser uma devoradora de livros, isto não me faz uma conhecedora total de autores ou autoras, infelizmente. Porém, após a leitura de Nosferatu, tenho a plena consciência de que a mente de Joe Hill é um complexo mundo fantasmagórico e cheio de criatividade sem igual. O cara sabe o que faz. Ao menos neste livro.

    Nosferatu tem uma capa (nacional) intrigante, já que aparentemente o nome do livro não te diz muita coisa sobre o que se trata a história. Pode parecer um suspense, avaliando um carro antigo por uma estrada deserta. Mas não. Trata-se de um terror megalomaníaco. Um terror inebriante que não fere o ego com partes violentas ou cruéis, mas que desmonta o clichê de cenas com facas ou armas. Estonteante.

    Inicia introduzindo com o Charles Manx em um papel ao qual ele, de forma alguma pode ser descrito e que como consequência me deixou concentrada nos acontecimentos que viriam a ser narrados. Aliás, medo é algo que Joe Hill sabe induzir ao corpo do leitor. Após isto, uma vida de aventuras da personagem principal é contada, todo um mundo de fantasias é iniciado e isto faz com que o leitor pense que a leitura vá focar em devaneios desnecessários. Não é este o caso. A criação de um atalho foi muito bem formulado, sendo que como toda a ação tem sua reação, isso não difere nesta leitura. 



    Porém a reação é aflitiva. Eu não desejaria me encontrar com Charles Manx. Não desejaria, aliás estar no mesmo mundo que ele. Uma mistura de escárnio, sarcasmo e idolatria infantil, gerou em Nosferatu um monstro que é capaz de num piscar de olhos fazer tremer até o mais cético idealista. Ele não é um fantasma em um armário, não é um bicho-papão, ele é o terror interno de nossas almas.

    Os capítulos vão sendo intercalados entre a personagem principal, Charles Manx e toda a história entre eles e a narrativa é muito bem feita. A diagramação está ótima e não achei erros gramaticais, o que é ótimo. Outra coisa que achei muito legal são os desenhos, que dão uma vida mais real na história e segmenta cada capítulo com novas perspectivas. 



    São muitas páginas de uma boa leitura. Você vai ler e perceber que o medo não é nem um pouco imaginário e quando vir um Rolls-Royce pela rua, sua intenção e talvez sua reação não será de vislumbre e sim de pânico iminente.





    Preciso começar este post citando um elogio a este filme: excelente. Sim, excelente é justamente como eu caracterizo 12 Anos de Escravidão.

    Demorei muito para ver este filme por diversos motivos. Vi que algumas pessoas o tinham assistido e muitas comentaram que era um filme chato e monótono e que assim não havia razão alguma para a perda de tempo em frente à televisão e isto, consequentemente, me desanimou um pouco. Outro fato é que sempre que ia até a locadora, via exposto aqueles filmes de aventura os quais sou fissurada com cenas de ação inimagináveis ao poder humano que, se não feitas por mecanismo cinematográfico, não existiriam.

    Mas desta vez reagi e meus sentidos colocaram o belo filme ganhador do Oscar em minhas mãos. Certamente estava bastante curiosa também após ter lido o livro Escravas de Coragem, que fiz resenha aqui no blog, e isto me gerou mais fascínio ainda.

    Agora, mais do que tudo, o impactante sobre a história, é que ela é baseada em fatos reais e por si só já é um motivo para você parar e e dedicar seu tempo a um momento de reflexão vindouros do passado e conflitantes com o nosso presente.
    A obra foi baseada em um livro escrito pelo próprio Solomon Northup no ano de 1853, após ter passado os 12 anos como escravo, sendo que já era um homem totalmente livre.



    Sinopse: 
    1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.




    Para quem não sabe, este filme foi indicado à diversos prêmios em várias categorias nas premiações que existem pelo mundo afora e ganhou muitas das quais foi indicada, sendo que a maior delas foi a de melhor filme no Oscar. 

    O resultado de tanto trabalho não é especificamente ver na tela a batalha dos escravos, mas acompanhar a vida de um ser humano que já era totalmente livre, que tinha toda uma vida estruturada, uma cultura e uma inteligência soberba e como musicista era completamente talentoso. Era desta forma que Solomon ganhava a sua vida e sustentava sua família: sua mulher e seus dois filhos. No momento em que ele é enganado e sequestrado é o ápice que o filme ganha força. O ator é altamente expressivo e consegue transmitir cada sentimento, cada sensação somente com um olhar.



    Aliás, o elenco todo foi muito bem escolhido. Por alguns momentos até considerei que o filme foi retratado de forma mais leve do que realmente deveria ter acontecido, tando pelo fato de ser uma obra extraordinária que pretendia transmitir uma imagem sóbria e com uma lição de vida quanto pela decisão de não abater o público que poderia ficar impactado com tais cenas de violência.

    Não vá considerar que elas não existem. Existem e são dolorosas. Afinal, ser escravo não é somente trabalhar de graça e sim não ter regalias e ser forçado a todo tipo de tortura. 

    A fotografia é impecável e realiza feitos incríveis. Não senti falta daqueles efeitos criados por computação gráfica e fiquei tão apegada a cada cenário que era como se estivesse presa naquele espaço e naquele tempo, vivendo junto com o grupo de pessoas que precisavam se unir para tentar formar algo que fosse perto de uma família.


    Uma história comovente e real. É isto que você encontra em 12 Anos de Escravidão. Uma bela obra de arte que ressurge das páginas de uma biografia.

    Se você tem dúvidas se vai conseguir assistir o filme até o final como eu tinha, vai em frente. Se você curte filmes que contam histórias, com dramaticidade e onde você pode mergulhar num mar de talento, este é para você.

    E acredita que eu nem sequer sabia que o Brad Pitt estava no filme? Enfim, na verdade nem fez muita diferença. Foi um pequeno grão em um deserto.

    Recomendo!