Quer ver coisa de fã?

Falou de Dwayne Johnson, ou mais precisamente The Rock como era conhecido no início de sua carreira, eu estou lá para ver o filme. Pum! Eu apareço!

Eu gostava de assistir ao filme da saga A Múmia até ele fazer uma ponta no filme e se destacar, então foi convidado a fazer outros filmes como ator principal. Claro que não era essa torre de músculos como é agora e geralmente os filmes tinha uma grade de comédia misturado com luta.

Então assim que soou um trailer de terremoto pelas redes sociais eu já coloquei na minha lista de prioridades. Pelo ator em primeiro lugar e por ser um filme de catástrofes com um milhão de efeitos visuais.





Sinopse:
Um terremoto atinge a Califórnia e faz com que Ray (Dwayne Johnson), um bombeiro especializado em restates com helicópteros, tenha que percorrer o estado ao lado da ex-esposa (Carla Gugino) para resgatar a sua filha Blake (Alexandra Daddario), que tenha sobreviver em São Francisco com a ajuda de dois jovens irmãos.



Não há como evitar clichês em um filme como este. Você precisa colocar muita coisa junta para fazer tudo ficar completo e ainda assim fazer ser um sucesso da mesma forma que 2012 foi e que Terremoto está sendo. Mas a teoria é basicamente a mesma: uma família que acaba se desencontrando, pessoas que descobrem que o mundo está prestes a terminar e então os pais saem em busca de seus filhos.
Até este momento você coloca mil cenas de muita ação, drama, aflição e ponto.

Eis que Terremoto não foge nem um pouco da mágica, mas consegue fazer o telespectador ficar preso dentro de tanto acontecimento trágico. De uma coisa estou certa; não vou viajar para a Califórnia nunca na minha vida após este filme. Com um professor que vai explicando aos poucos os acontecimentos que estão surgindo após a verificação de terremotos que acontecem fora da área natural, eles percebem que tudo está prestes a ruir.