Quem me conhece um pouco sabe que eu adoro filmes de ação científica ou de aventura. Na verdade amo todo o tipo de gênero em filmes, mas estou deixando de lado os gênero de terror que já está cansativo e repetitivo.

Perdido em Marte se tornou um grande lançamento literário e consequentemente um mega sucesso nos cinemas do mundo todo. Se já não bastasse ter o histórico de uma ótima história a ser contada e desenvolvida nas telonas e que certamente seria bem desenvolvida, já que o diretor é o bem conceituado Ridley Scott, também chamaram para interpretação o magnífico Matt Damon.

Se você está esperando algo para começar a leitura do livro do autor Andy Weir ou ir ver nos cinemas o filme de Ridley Scott, lei um pouco do que falo abaixo e depois se jogue na aventura.





Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá.


Em primeiro lugar é necessário dizer que o filme conta com uma estrutura visual brilhante. Se você vai pensar e até mesmo comparar este filme a outros em que os personagens vão ficar sozinhos por boa parte do filme, então é bom ter como um princípio de que a paisagem vá valer a pena, certo? Correto neste quesito. 
Perdido em Marte, que foi gravado na Jordânia, tem um visual para lá de lindo e faz com que o terreno ao redor e toda a montagem pareça totalmente realista.



Em segundo lugar a atuação de Matt Damon. Não há como negar que já é um ator experiente e atuante em diversos filmes que alcançaram a fama, mas Perdido em Marte exige muito mais do que um rosto bonito e belas falas. Matt Damon, como um astronauta que é engenheiro biólogo, dá vida a Mark Watney, que com uma dose de drama e bom humor conduz todos os desafios sem tirar o olhar do espectador das tela. 

A cada problema que surge, e não são poucos, a qualidade da história complementa a atuação com brilhantismo, tendo em vista que o conhecimento da ciência não passou despercebido pelo autor. a necessidade de sobrevivência e a forma como ela precisa ser nutrida e desenvolvida pelo personagem, muitas vezes causa uma agonia, já que os recursos não são infinitos e todas as tentativas são limitadas.


A essência do filme não é totalmente voltada para uma ação sem fim. Tempestades de areia assolam o planeta, o frio devastador e o calor tomam suas proporções e muita da beleza do planeta também é delineada pelas fotos mostradas pela Nasa em outras cenas do filme. Não se trata de um filme em "se" vai haver sobrevivência e sim "como" vai haver a mesma. 

Foto Própria

Mas o que mais conta é certamente o drama pelo qual Mark precisa enfrentar. Os dias que são contados como dias Sol, não deixa em nenhum momento de comparar a necessidade de um homem que luta com o conhecimento da ciência para criar mecanismos de alimentação, comunicação, transporte, etc. Me faz lembrar mais do que isso. Faz recordar que diariamente desempenhamos o mesmo papel em um mundo completamente habitado que aos poucos vai sendo devastado e assim, aos poucos, vai precisando cada vez mais de uma regeneração ou um recomeço como em Perdido em Marte.

Foto Própria

Agora que você tem um pouco mais de informações sobre o filme e o livro, aproveite e confira esta novidade que está nos cinemas e nas prateleiras das livrarias. A história de Mark e tudo o que ele conta em seus diários de bordo não vão deixar você com tédio, pelo contrário. Estar em um planeta ao qual você pensa que irá morrer pode ser o início de novas descobertas, de novas possibilidades que talvez você nunca tenha imaginado.


Autor: Andy Weir
Título Original: The Martian
ISBN: 9788580414486
Páginas: 336
Ano: 2015
Gênero:  Drama / Ficção
Editora: Arqueiro




Depois diga qual foi a sua sensação ao ler ou ver Perdido em Marte!